ACESSEM RÁDIO, TV E REDE SOCIAL

Pesquisa

domingo, 22 de janeiro de 2023

23 DE JANEIRO – O CASAMENTO DA SANTÍSSIMA VIRGEM MARIA E DO CASTÍSSIMO SÃO JOSÉ - LIVRO MÍSTICA CIDADE DE DEUS



LIVRO MÍSTICA CIDADE DE DEUS – TOMO I
Segundo Livro - Capítulo 22

CELEBRAÇÃO DO DESPOSÓRIO DE MARIA SANTÍSSIMA COM O SANTO E CASTÍSSIMO JOSÉ.

REUNIÃO DOS JOVENS NO TEMPLO

755. Chegou o dia marcado, em que nossa Princesa completava catorze anos de idade, como dissemos no capitulo precedente. Reuniram-se os jovens des­cendentes da tribo de Judá e linhagem de David, de quem descendia a soberana Se­nhora, que nessa ocasião se encontravam na cidade de Jerusalém. Pertencendo à família real de David, também foi chamado José, natural de Nazaré e residente na cida­de santa. Tinha então trinta e três anos de idade, de talhe distinto e agradável sem­blante, onde se'espelhava incomparável modéstia e gravidade. Acima de tudo, era castíssimo no proceder e pensamentos, de inclinações santíssimas; fizera, desde os doze anos, voto de castidade. Era primo em terceiro grau da Virgem Maria, de vida puríssima e irrepreensível aos olhos de Deus e dos homens.

SÚPLICAS A DEUS A MANIFESTAÇÃO DE SUA VONTADE

756. Reunidos estes homens no templo, juntamente com os sacerdotes, fizeram oração ao Senhor pedindo que fossem guiados por seu divino Espírito, no que iam realizar. Falou o Altíssimo interior­mente ao sumo sacerdote, inspirando-lhe dar uma vara seca a cada um dos jovens ali reunidos e pedirem, com viva fé, à Sua Majestade, declarar por aquele meio, quem seria o escolhido para esposo de Maria.
O perfume das virtudes da Vir­gem, a fama de sua formosura, bens e família, o fato por todos conhecido de ser primogênita e único membro da família, levava todos eles a cobiçar a sorte de a merecer por esposa.
Somente o humilde e retíssimo José, entre os presentes, se reputava in­digno de tanto bem. Lembrando-se do voto de castidade que fizera, propondo de novo sua perpétua observância, entregou-se à divina vontade, para o que dele quisesse fazer. Apesar disso, sentiu pela hones­tíssima donzela, Maria, maior veneração e apreço do que qualquer um dos outros.
José foi o indicado para esposo de Maria
757. Estando todos nesta ora­ção, floresceu somente a vara de José e, ao mesmo tempo, desceu alvíssima pomba, cheia de admirável resplendor, pousando-lhe acima da cabeça. Ao mesmo tempo, falou-lhe Deus interiormente, dizendo-lhe: - José, meu servo, tua esposa será Maria, recebe-a com reverência e cuidado, porque a meus olhos é aceita, justa e puríssima de alma e corpo, e farás tudo o que Ela te disser.
Com a revelação e sinal do céu, os sacerdotes declararam São José, escolhi­do pelo próprio Deus, para esposo da donzela Maria. Chamada para o desposório, apresentou-se a eleita como o sol, mais formosa que a lua (Ct 6, 9). Apareceu na presença de todos, com semblante mais que angélico, de incomparável beleza, modéstia e graça, e os sacerdotes despo-saram-na com o mais casto e santo dos homens, José.

MARIA DESPEDE-SE E DEIXA O TEMPLO

758. Saudosa e séria, a divina Princesa, mais pura do que as estrelas do firmamento e rainha de majestade humilíssima, despediu-se dos sacerdotes, pe­dindo-lhes a bênção. Outro tanto fez com a mestra e condiscípulas, pedindo-lhes perdão e agradecendo-lhes todos os bene­fícios que, por elas, recebera no templo.
Procedeu com grande humildade e mui breves e prudentes palavras porque, em todas as ocasiões, proferia poucas e muito ponderadas. Despediu-se do tem­plo, não sem grande sentimento, por ter que o deixar, contra a própria inclinação e desejo. Acompanharam-na alguns dos principais ministros leigos do templo, que ali serviam nas coisas temporais. Com o esposo José, dirigiram-se para Nazaré, ci­dade natural dos felicíssimos esposos.
Não obstante ter José nascido em Nazaré, dispôs o Altíssimo, por meio de alguns sucessos de fortuna, fosse viver algum tempo em Jerusalém, para ali a me­lhorar tão ditosamente, que se tornou esposo Daquela que Deus escolhera para Mãe.
Em Nazaré, Maria e José recebem visitas de felicitações
759. Chegando a Nazaré, onde a princesa do céu tinha a casa e os bens de seus felizes pais, foram recebidos e visita­dos pelos amigos e parentes, com a alegria e cumprimentos que em tais ocasiões se costumam. Tendo santamente cumprido com o natural dever de urbanidade e satis­feito estas obrigações sociais do convívio humano, ficaram sossegados José e Maria em sua casa.
Era costume entre os hebreus que, durante os primeiros dias de matrimônio, os esposos fizessem mútuo exame e experiência dos costumes e índole de cada qual, para melhor reciprocamente se adaptarem.

SÃO JOSÉ PROCURA CONHECER AS INTENÇÕES E DESEJOS DE MARIA SANTÍSSIMA

760. Disse São José à sua esposa Maria: - Esposa e Senhora minha, dou graças ao Altíssimo pela mercê de me haver escolhido, sem méritos, para vosso espo­so, quando me julgava indigno de vossa companhia. Mas, já que Sua Majestade quer exaltar o pobre e fez esta misericórdia para comigo, desejo me ajudeis, como es­pero de vossa discrição e virtude, a lhe dar a devida retribuição, servindo o Senhor com sincero coração. Para isto, considerai-me vosso servo, com o verdadeiro afeto com que vos estimo. Peço-vos queirais suprir o muito que me falta de bens mate­riais e outros predicados, que se exigiriam para ser esposo vosso. Dizei-me, Senhora, qual é vossa vontade para eu cumpri-la.

RESPOSTA DA VIRGEM. PRESENÇA DE SEUS ANJOS

761. Ouvindo estas razões a divina Esposa, com humilde coração e aprazível seriedade no semblante, respondeu ao Santo: - Sinto-me feliz, senhor meu, que o Altíssimo, ao colocar-me neste estado de vida, vos escolhesse para meu esposo e senhor, e que servir-vos fosse a expressão de sua divina vontade. Se, porém, me permitirdes, manifestarei minhas intenções e pensamentos.
Preveniu o Altíssimo, com sua graça, o sincero e leal coração de São José. Por meio das palavras de Maria Santíssima, novamente o inflamou no divino amor.
Respondeu São José: - Falai, Senhora, que vosso servo ouve.
Assistiam, nesta ocasião, à Se­nhora do mundo, seus mil anjos da guarda em forma visível, conforme Ela lhes pedira. A razão deste pedido foi permitir o Altíssimo que a puríssima Virgem se sentisse tomada de respeito e recato para falar com seu esposo, e assim agir em tudo com maior graça e mérito. Deixou-lhe a natural timidez, e receio que sempre tivera de falar a sós com um homem, o que nunca até aquele dia acontecera, a não ser, vez ou outra, com o sumo sacerdote.

MARIA CONFIA A SÃO JOSÉ SEU VOTO DE PERPÉTUA CASTIDADE

762. Obedeceram os santos an­jos a sua Rainha e lhe assistiram, vendo-os só Ela. Assim acompanhada, falou a São José: - Meu Senhor e esposo, é justo que, com toda a reverência, louvemos e glorifiquemos nosso Deus e Criador, infinito na bondade, incompreensível em seus desíg­nios. Deus nos manifestou sua mise­ricórdia, escolhendo-nos a nós, pobres, para servi-lo.
Entre todas as criaturas, reconheço-me por mais devedora do que qualquer uma delas, ou do que todas juntas, porque, merecendo menos, recebi mais de sua mão liberalíssima. Em meus primeiros anos, compelida por esta verdade e pelo des­prendimento de todas as coisas visíveis que a divina luz me comunicou, consagrei-me a Deus com perpétuo voto de ser casta de alma e corpo. A Ele pertenço e o reco­nheço por Esposo e Senhor, com imutável vontade de lhe guardar fiel castidade.
Para cumpri-lo, meu Senhor, que­ro que me ajudeis e, no mais, serei vossa fiel serva, para cuidar de vossa vida, enquanto durar a minha. Concordai, meu esposo com esta determinação. Confir-mando-a com a vossa, ofereçamo-nos em agradável sacrifício a nosso eterno Deus, para que nos receba em odor de suavi­dade, e possamos alcançar os bens eternos que esperamos.

RESPOSTA DE SÃO JOSÉ

763. Repleto de interior júbilo com as razões de sua divina esposa, o castíssimo José lhe respondeu: - Declarando-me, Senhora, vossos propósitos e castos pensamentos, penetras te s meu coração, que não quis abrir antes de co­nhecer o vosso. Reconheço-me também, entre os homens, pelo mais devedor ao Senhor de toda a criação, porque, muito cedo, me atraiu com sua verdadeira luz, para que o amasse na retidão de coração.
Quero saibais, Senhora, que, aos doze anos de idade, também fiz promessa de servir ao Altíssimo em castidade perpé­tua. Volto agora a ratificar meu voto, para não impedir o vosso, antes, na presença de Sua Alteza, prometo-vos ajudar, quanto estiverem minhas forças, para que, em toda pureza, O sirvais e ameis, conforme vosso desejo. Com a divina graça, serei vosso fidelíssimo servo e companheiro. Suplico-vos, aceiteis meu casto afeto e me considereis vosso irmão, sem jamais admitir outro amor estranho, fora do que deveis a Deus e depois a mim.
Durante esta palestra, o Altíssimo confirmou novamente o coração de São José, na virtude da castidade e no amor santo e puro que deveria nutrir por sua santíssima esposa Maria. Assim o teve o Santo, em grau eminentíssimo, que a prudentíssima conversação da Senhora, contínua e docemente aumentava, arrebatando-lhe o coração.

DISTRIBUEM OS BENS HERDADOS DE SANT’ANA E SÃO JOAQUIM

764. Mediante a divina graça que Deus lhes infundia, sentíramos santíssimos e castíssimos esposos incomparável júbi­lo e consolação. A divina Princesa ofere­ceu-se a São José para corresponder a seus desejos, como Senhora das virtudes que, sem contradição, praticava em todas o mais elevado e excelente.
Comunicou o Altíssimo a São José nova pureza e domínio sobre a natu­reza e suas paixões, para que sem rebelião nem solicitação, mas com admirável e nova graça, servisse sua esposa Maria, e Nela, à vontade e beneplácito do Senhor.
Em seguida, distribuíram os bens herdados de São Joaquim e Sant'Ana, pais da Santíssima Senhora. Uma parte oferece­ram ao templo onde ela vivera, outra foi aplicada aos pobres e a terceira deixou ao cuidado de São José para administrá-la. Para si, nossa Rainha reservou somente o cuidado de servi-lo e trabalhar no interior de seu lar.
Do movimento externo, do uso do dinheiro para compras e vendas, sempre se eximiu a prudentíssima Virgem, como disse em outra parte(3)

SÃO JOSÉ DESEMPENHA O OFÍCIO DE CARPINTEIRO

765. Aprendera São José, na in­fância, o ofício de carpinteiro, trabalho honesto e acomodado para adquirir o sustento da vida, pois era pobre de for­tuna, como acima disse. Perguntou à Santíssima Esposa se gostaria que exer­citasse aquele ofício, para servi-la e ganhar alguma coisa para os pobres, porquanto era necessário trabalhar e não viver ocioso. Concordou a Virgem prudentíssima, advertindo a São José que o Senhor não os queria ricos, mas pobres e amantes dos pobres, dando para estes o que lhes sobrasse.
Em seguida, travaram os santos esposos santa contenda, sobre qual dos dois obedeceria ao outro como superior. Venceu a humildade de Maria Santíssima, que entre os humildes era humilíssima. Não consentiu que, sendo o homem a cabeça, se pervertesse a ordem da mesma natureza. Quis em tudo obedecer a seu esposo, pe­dindo-lhe liberdade somente para dar esmolas aos pobres do Senhor, o que o Santo lhe concedeu.

REVERÊNCIA DE JOSÉ POR MARIA

766. Reconheceu São José, com nova luz do céu, os predicados de sua esposa Maria, sua rara prudência, humil­dade, pureza e demais virtudes, superiores a qualquer pensamento e ponderação. Aumentou-se-lhe a admiração por ela, e cheio de grande júbilo espiritual, não ces­sava, com ardentes afetos, de louvar e agradecer ao Senhor, por lhe ter dado companhia de esposa tão acima de seus méritos.
Para que esta ocorrência fosse em tudo perfeitíssima, pois era o princípio da maior obra que Deus realizaria com toda sua onipotência, fez que a Princesa do céu infundisse, com sua presença, no coração de seu esposo, tão grande temor e reverên­cia, que nenhuma espécie de palavras pode traduzir.
Tal reverência originava-se de certa refulgência, ou raio de luz divina, desprendida do rosto de nossa Rainha, unida à inefável majestade que sempre a acompanhava. Se isto sucedera a Moisés, quando desceu do monte (Êx 34, 30), com maior razão aconteceu à Virgem, pois muito mais prolongado e íntimo era o seu trato e conversação com Deus.

DEDICAÇÃO DE MARIA POR JOSÉ

767. Em breve, teve Maria Santíssima uma visão do Senhor, duran­te a qual lhe disse Sua Majestade: -Esposa minha, diletíssima e escolhida, vê como sou fiel em minha palavras, para os que me amam e temem. Corresponde, pois, agora à minha fidelidade, guardan­do as leis de esposa minha, em santidade, pureza e toda perfeição. Para isso, te ajudará meu servo José. Obedece-lhe como deves e cuida de seu bem-estar, que essa é minha vontade.
Respondeu Maria Santíssima: -Senhor, eu vos louvo e exalto pela vossa admirável providência por Mim, indigna e pobre criatura. Meu desejo é obedecer-vos e vos agradar como vossa serva, mais obrigada que qualquer outra criatu­ra. Dai-me, Senhor, vosso auxílio divino, para que, em tudo, me assistais, segun­do vosso maior agrado e também para que atenda às obrigações do estado em que me pusestes. Ajudai-me para que, como vossa escrava, não me afaste de vossas ordens e beneplácito. Dai-me vossa licença e bênção, para que acerte em obedecer e servir a vosso servo José, como Vós meu Senhor e Criador me ordenais.

AS VIRTUDES, FUNDAMENTO DO LAR DE JOSÉ E MARIA

768. Sobre estes divinos alicer­ces, fundou-se o lar e matrimônio de Maria e José. Desde oito de setembro, dia do desposório, até vinte e cinco de março seguinte, quando se realizou a Encarnação
do Verbo divino , os dois esposos foram sendo preparados pelo Altíssimo, para a obra para qual os escolhera. Ordenou a divina Senhora sua casa e modo de viver, como direi nos capítulos seguintes.

ADMIRAÇÃO DA ESCRITORA PELA FELICIDADE DE SÃO JOSÉ

769. Agora, não posso deixar de congratular-me com a boa sorte do mais feliz dos nascidos, São José. De onde, ó homem de Deus, vos veio tamanha felici­dade e ventura que, entre os filhos de Adão, só de vós se dissesse ser vosso o mesmo Deus, e tão somente vosso, que fosse reputado por vosso único Filho? O eterno Pai vos dá sua Filha, o Filho vos confia sua real e verdadeira Mãe, o Espírito Santo vos confia sua Esposa. A beatíssima Trindade vos entrega sua eleita, única e escolhida como o sol, concedendo-a por vossa legítima esposa.
Conheceis, meu Santo, vossa dignidade? Compreendeis ser vossa es­posa, a Rainha e Senhora do céu e da terra, e vós, o depositário dos inestimá­veis tesouros de Deus? Velai pelos vossos interesses. Sabei, que se não causais in­veja aos anjos e serafins, eles ficam admi­rados e suspensos por causa da vossa sorte, e pelo sacramento oculto em vosso matrimônio.
Recebei parabéns por tanta ven­tura, em nome de toda a linhagem humana. Sois arquivo das divinas misericórdias, dono e esposo daquela a quem só Deus é superior. Ficaste rico e próspero entre os homens e os anjos. Lembrai-vos de nossa pobreza e miséria, e de mim, o mais vil bichinho da terra, que desejo ser vossa fiel devota, beneficiada por vossa poderosa intercessão.

DOUTRINA DA RAINHA DO CEU.

QUALQUER ESTADO DE VIDA É SANTIFICANTE

770. Minha filha, o exemplo de minha vida no estado do matrimônio, no qual o Altíssimo me colocou, censura a desculpa alegada por aqueles que, vivendo casados no século, dizem que não podem ser perfeitos. Para Deus nada é impossível, e tampouco o é para quem, com viva fé, Nele espera e se entrega à sua divina dis­posição.
Eu vivia na casa de meu esposo, com a mesma perfeição que no templo. Mudando de estado, em nada mudei no afeto, desejo e cuidado de amar e servir a Deus. Pelo contrário, aumentei estes sen­timentos, a fim de não serem embaraçados pelas obrigações de esposa. Por isto, me assistiu mais a graça divina, e por sua mão poderosa, Deus dispunha e acomodava todas as coisas, de acordo com meus dese­jos.
O mesmo faria o Senhor com to­das as criaturas, se de sua parte, lhe correspondessem. Culpam o estado do matrimônio, enganando-se a si mesmas, porque o impedimento para serem perfei­tas e santas não é o estado de vida. São-no os cuidados vãos e solicitudes supérflu­as a que se entregam, pondo de lado o gosto do Senhor, para antepor e procurar o delas.

VIDA RELIGIOSA, ESTADO DE PERFEIÇÃO.

771. Se no mundo não há descul­pa para dispensar a busca da perfeição da virtude, menos haverá na vida religiosa, alegando os ofícios e ocupações dela. Nun­ca te imagines impedida pelo teu cargo de prelada, porquanto tendo-te Deus posto nele, através da obediência, não deves duvidar de sua assistência e amparo. Naquele mesmo dia, tomou por sua conta, dar-lhe forças e auxílios para atenderes a tuas obrigações de superiora, e também a de tua pessoal perfeição, com a qual deves amar teu Deus e Senhor. Empenha-o com o sacrifício de tua vontade, e com humilde paciência, em tudo que sua divina providência ordena. Se não lhe resistires, asseguro-te sua proteção, e por experiência sentirás seu poder, sempre governando e dirigindo perfeitamente todos os teus atos.


ADQUIRAM A COLEÇÃO DOS 4 TOMOS DO LIVRO MÍSTICA CIDADE DE DEUS
ENTREM EM CONTATO NO TEL:

PARTICIPEM DOS CENÁCULOS DE ORAÇÕES E DO MOMENTO SUBLIME DA APARIÇÃO, INFORMAÇÕES PELO

TEL DO SANTUÁRIO : (0XX12) 99701-2427

Desde o dia 7 de fevereiro de 1991, há 21 anos, Nosso Senhor Jesus Cristo, Maria Santíssima, São José, o Divino Espírito Santo, os Anjos e os Santos, vem aparecendo diariamente em Jacareí, São Paulo, Brasil, às 18:30hs (hora de Brasília). Ela se apresenta como Rainha e Mensageira da Paz e faz um último apelo à conversão, através de um jovem: Marcos Tadeu, que no início das Aparições tinha 13 anos apenas. São as mais intensas Aparições da história de nosso país, e Maria Santíssima diz que são as últimas Aparições para a Humanidade. A Mãe de Deus pediu que fosse feita todos os dias, às oito horas da noite, a Santa Hora da Paz a fim de que as famílias se convertam e o mundo tenha Paz. Ela prometeu a Sua proteção às famílias que a fizerem todos os dias. Nossa Senhora diz que as Aparições de Jacareí e a de Medjugorje (ex-Iugoslavia) são a continuação e a CONCLUSÃO de Fátima.

segunda-feira, 7 de março de 2022

NOSSA SENHORA DE HRUSHIV - UCRÂNIA

NOSSA SENHORA DE HRUSHIV - UCRÂNIA


A primeira aparição ocorreu duas semanas antes da Primeira Guerra Mundial, em 12 de maio de 1914, na vila de Hrushiv. Vinte e duas pessoas, que estavam cortando campos perto da igreja local da Santíssima Trindade, testemunharam uma aparição da Virgem Maria. Ela lhes disse: “Haverá uma guerra. A Rússia se tornará um país sem Deus. A Ucrânia, como nação, sofrerá terrivelmente por oitenta anos – e terá que sobreviver às guerras mundiais, mas estará livre depois.” Pessoas de toda a área se reuniram para ver a aparição – que durou até o dia seguinte.


O povo de Hrushiv havia plantado um salgueiro-chorão no local há muitos anos, comemorando uma aparição da Mãe Santíssima cerca de 350 anos antes. Mais tarde, uma fonte apareceu de repente debaixo da árvore. Durante a grave epidemia de cólera de 1855, uma pessoa local sonhou que a Virgem havia instruído os moradores a limpar e recuperar a antiga fonte e realizar a missa. Nenhuma morte por cólera foi relatada depois.

Então, em 26 de abril de 1987, setenta e três anos depois de 1914 e exatamente um ano após o desastre do reator nuclear de Chernobyl, uma luz brilhante cobriu esta igreja da Santíssima Trindade e os arredores. Um programa de televisão até registrou parte desse fenômeno de luz. De dentro desse “impressionante deslumbramento prateado” sobre a igreja, a Virgem Maria apareceu e flutuou sobre a cúpula da igreja.


Ela apareceu pela primeira vez para Marina Kizyn, de 12 anos, que imediatamente ligou para sua mãe e alguns vizinhos – que então vieram, e todos a viram lá também. Logo, centenas e depois milhares vieram de toda a Rússia para ver as aparições que continuaram todos os dias até 15 de agosto de 1987. Estima-se que um total de 500.000 pessoas a viram quando essas aparições terminaram. Na maioria dos dias, a multidão pode atingir de 45.000 a 70.000 pessoas ao mesmo tempo. Nem a milícia soviética nem a KGB podiam começar a administrar as multidões. A Virgem Maria foi vista até pelos agentes da KGB! Muitos padres (de igrejas católicas clandestinas) vieram e forneceram até dez missas sagradas por dia em frente à igreja. Muitas mensagens foram documentadas:


“Vim de propósito para agradecer ao povo ucraniano porque você sofreu mais pela igreja de Cristo nos últimos 70 anos. Eu vim para consolá-lo e dizer-lhe que seu sofrimento logo chegará ao fim. A Ucrânia se tornará um estado independente.”


“Ensine as crianças a rezar. Ensine-os a viver na verdade e a viver na verdade. Reze o Rosário. É a arma contra Satanás. Ele teme o Rosário. Recite o Rosário em qualquer reunião de pessoas.”


“Eu vim para consolá-lo e dizer-lhe que seu sofrimento terminará em breve. Eu os protegerei para a glória e o futuro do reino de Deus na terra, que durará mil anos. O Reino dos Céus e da Terra está próximo. Ela virá somente através da penitência e do arrependimento dos pecados.”


“O Deus Eterno está chamando você. É por isso que eu fui enviado a você. Você na Ucrânia foi a primeira nação a ser confiada a mim. (O governante Yaroslav, o Sábio, dedicou a Ucrânia à Santíssima Mãe de Deus no ano de 1037.) Ao longo de sua longa perseguição, você não perdeu a fé, a esperança ou o amor. Sempre rezo por vocês, meus queridos filhos, onde quer que estejam”.


Nossa Senhora previu que a Ucrânia “sofreria terrivelmente por oitenta anos” antes de conquistar a independência. A Ucrânia teve sua declaração de independênciaatificada em Kiev em 24 de agosto de 1991 – cerca de 77 anos após a previsão de Maria Santíssima em 1914!


www.aparicoesdejacarei.com.br







terça-feira, 7 de julho de 2020

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DA COVA DA CRUZ- BUGARREL-TOMAR, PORTUGAL- ANIVERSÁRIO 5 DE JUNHO



APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA EM BUGARREL, PORTUGAL



APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DA COVA DA CRUZ- BUGARREL-TOMAR, PORTUGAL- ANIVERSÁRIO 5 DE JUNHO


Perto de Tomar, entre Serra e Chão das Maias, no lugar de Bugarrel, há uma capela que marca uma Aparição de Nossa Senhora. 
Nossa Senhora apareceu a Olinda Sereno. Mais tarde Nossa Senhora a chamou de Olinda Maria do Céu, nome pelo qual ficaria sempre conhecida. 
Esta Aparição aconteceu a 5 de junho de 1947 tendo Olinda Maria 14 anos. Ela era de família muito pobre, simples e humilde. Quando seguia, junto com sua irmã, a pé de casa, de Chão das Maias para a igreja de Serra onde ia assistir à missa, a 40 minutos de caminho,  ao passar em Bugarrel viu uma linda Senhora em cima de um sobreiro. Era uma Senhora triste, num vestido roxo, com uma coroa em torno da cabeça. Ela se apelidou de Nossa Senhora do Rosário da Cova da Cruz.
Desde então foram muitos os devotos que se deslocaram em romaria ao local, acreditando tratar-se de uma visão tão verdadeira como a de Fátima. Para acabar com a crendice vários homens da aldeia organizaram-se e mandaram abaixo a árvore das Aparições, mas António Francisco, morador local, conta que, “os que cortaram o sobreiro, alguns ainda seus familiares, nunca mais tiveram sorte na vida. Nem os bois que carregaram a lenha escaparam. Deixaram de comer, levaram-nos para serem vendidos na feira mas acabaram por morrer”.
 Aí construíram uma capela onde Olinda rezava todos os dias. Espaço muito simples, sem paredes, e de telha vã.  Do Sobreiro resta só um pequeno tronco que se mantem no exato local da Aparição. Está guardado por trás de um gradeamento de ferro pintado de azul, nas traseiras do pequeno altar onde já não há imagem, porque estas tiveram que ser retiradas e guardadas por causa dos mal-intencionados e assaltantes.

Na entrada do pequeno recinto tem uma cruz com duas colunas de cada lado e no cimo delas, dentro de uma redoma opaca, duas imagens que se crê ser o Sagrado Coração de Jesus e de Maria.
Por cima do simples altar lê-se a inscrição “Vinde a Mim Todos”
Aqui, a vidente Olinda Maria do Céu passada dias inteiros em oração, sempre ajoelhada nos degraus do altar, muitos desses dias sem comer nem beber, em dias de muito frio ou de muito calor - testemunha a senhora Conceição Carvalho que conviveu com ela alguns anos. Ela fazia, assim, o mais rigoroso jejum e penitência pelos pecadores. 
As Aparições iniciaram-se aqui, em 1947 com o Nome de NOSSA SENHORA DA COVA DA CRUZ, e em Asseiceira- Rio Maior, a 16 km de distância apenas, ao menino Carlos Alberto de 11 anos em 1954 com o nome DE MÂE DO REDENTOR. Os dois nomes se associam e Carlos Alberto chegou a se encontrar com a vidente Olinda Maria e rezaram juntos, nesta mesma capela.  Maria Olinda teve as Aparições todos os meses, no dia 14 de cada mês. Assim aconteceu até perto da morte da vidente em 1974. O vidente Carlos Alberto teve as Aparições de Nossa Senhora nos dias 16 de cada mês, entre maio e dezembro de 1954 de  e janeiro de 1955.
Maria Olinda sofreu de tudo, foi apedrejada na via pública e observada em hospitais psiquiátricos. 
“António Francisco lembra também que várias pessoas lhe garantiram ter visto, na companhia de Olinda, o sol a dançar e a mostrar-se de várias cores. “Na altura a Igreja não tinha interesse em que houvesse aqui outra Cova da Iria e por isso o padre fez tudo o que pôde para abafar o caso. Foi o padre que estragou tudo”, conta. Pouco tempo depois de muitos afirmarem terem visto as manifestações, acabaram por desmenti-las. “( do jornal, o Mirante) 
Aqueles que acreditaram e rezavam com ela acabaram traindo a vidente e Nossa Senhora deixando- a praticamente só, apenas uma senhora, mãe de Conceição Carvalho, de quem obtivemos a maioria destas informações, é que permaneceu a seu lado contra tudo e todos e a defendeu até ao fim. O padre lhe negou a comunhão a ela e a outras pessoas devotas; foi excluída da igreja tendo que participar da eucaristia fora da porta da mesma. Então durante a Aparição vinha um anjo trazer-lhe a comunhão, anjo esse que ela mandou fazer a imagem a pedido de Nossa Senhora. Outras imagens fora  m feitas, também a pedido de Nossa senhora e se encontram guardadas na capelinha das Aparições. Segundo informa Conceição Carvalho, a própria Mãe do Céu falava a Olinda e dizia onde, como achar o material para construir a capelinha e que medidas tomar para isso, visto que a vidente não sabia ler nem escrever. De tudo ela providenciou e a capelinha foi feita.

“Entre os vários milagres de que há registo, António lembra a história de um homem coxo que todos os dias 14 rezava na capelinha até que um dia deixou de coxear e pendurou a bengala no interior do telheiro. Ali ficou durante mais de vinte anos como testemunho do feito. O teto da pequena capela está coberto de imagens de cera, como ex-votos de agradecimento pelas milhares de graças e curas que Nossa Senhora concede neste local.
Olinda faleceu em 1974, tinha 41 anos.  Apesar de tanto ter sofrido nunca negou as Aparições. O pároco recusou-se a sepultá-la dentro do cemitério. Por insistência do povo acabou por ser enterrada mesmo no limite, colada ao muro. Conta Conceição Carvalho que quando faleceu a irmã da vidente, a mesma que se encontrava com ela quando se deu a primeira Aparição, foi levantado e aberto o caixão da vidente e que muitos afirmaram que a viram incorrupta, mas então abafaram o caso e o pároco da época deu sumiço no corpo e ninguém mais sabe onde se encontra.
Algumas mensagens foram transmitidas pela vidente em forma de verso, eis aqui alguns:

Aqui é Chamada a Cova da Cruz
Assim nos falou a Mãe de Jesus

Penitência e oração nos manda fazer
Rezar pelas almas que estão a morrer

A Cova da Cruz é uma santa terra 
Este povo não a quer, não acaba a guerra

Chora Lágrimas de Sangue a Mãe de jesus,
Neste Santuário da Cova da Cruz

Nos Santos Milagres não quiseram crer,
Ai do mundo, ai do mundo que sofre e vai gemer

A Virgem Maria, nos veio dizer,
Rezai pelos pecadores para se converterem

Na Cova da Cruz bela e poderosa
Cai chuva do Céu, cai Chuva de Rosas

No mundo a guerra não acabará
Mas Meu Coração Triunfará

Foi nesta montanha que chuva caiu,
A chuva de sangue que muitos a viu

Na Cova da Cruz meus olhos verão,
As águas em sangue se transformarão

A Cova da Cruz a rezar eu vou
A Água em vinagre se transformou

Na Mãe de Jesus não quiseram crer,
Nos últimos tempos virão a correr

De choros e gritos, será um terror,
No chão cairão gemendo de dor.

Na última hora, a correr virão
Joelhos por terra, assim cairão.

A Mãe e Jesus sempre aqui estão
Pro povo eleito receber o perdão.

Este chão que vou pisando, é da Mãe do Salvador.
É abençoado e tão mal tratado…aqui mora Nosso Senhor.

Dizei para os pequeninos que aqui é a luz do dia
Que neste santuário, sobreiro sagrado, falou a Virgem Maria.

Virgem Mãe, Nossa senhora, Nossa Senhora das Dores
Neste Santuário, no monte Calvário, fez cair chuva de flores.



SOU ALGUÉM QUE QUER A SUA SALVAÇÃO

TODOS OS DIAS ÀS 8 HORAS DA NOITE TRANSMISSÃO AO VIVO DA HORA DA PAZ DIRETO DO SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA RAINHA E MENSAGEIRA DA PAZ EM JACAREÍ.


AOS SÁBADOS TRANSMISSÃO ÀS 7 HORAS DA NOITE.


DOMINGOS ÀS 10 HORAS DA MANHÃ





TELEFONE DO SANTUÁRIO: 0XX12 99701-2427







ENDEREÇO DO SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES:

ESTRADA ARLINDO ALVES VIEIRA, N. 300
BAIRRO CAMPO GRANDE
JACAREÍ -SÃO PAULO


sexta-feira, 20 de setembro de 2019

As Aparições de Nossa Senhora em San Damiano - Itália

Nossa Senhora das Rosas

A VIDENTE MAMA ROSA QUATTRINI

Áudios Gravados pelo vidente Marcos Tadeu Teixeira
Santuário das Aparições de Jacareí-SP-Brasil






As Aparições de Nossa Senhora das Rosas em San Damiano na Itália – 1964.



"Meus queridos filhos, não se preocupem com as coisas deste mundo, mas, sim, com a salvação de suas almas."
Palavras da Santíssima Virgem à Rosa Quattrini em San Damiano, Itália.

Em 1963, a Itália vivia um processo de mudança político complicado e duvidoso. Os italianos estavam politicamente divididos entre os democrata-cristãos e os democratas-socialistas, com influência dos comunistas, do Vaticano e dos supostos mafiosos. Esse clima político gerava grande incerteza.

Nesse mesmo ano, em um povoado montanhês denominado San Damiano, na Itália, localizado a 70 quilômetros de Milão, vivia Rosa Quattrini, casada com Giusepe e ali conhecida como “Mamma Rosa”. 

Um pouco antes, em 1961, após diversas internações, aos 52 anos, Rosa contraiu peritonite incurável, doença mortal e dolorosa. Desenganada pelos médicos foi mandada para casa para morrer junto à família.

No dia 29 de setembro de 1961, aos cuidados de sua tia Adele, Rosa encontrava-se acamada, sofrendo dores terríveis. Foi então quando uma “senhora visitante” bateu à porta pedindo donativos para Padre Pio, o conhecido frade do mosteiro dos capuchinhos em San Giovanni Rotondo, próximo de Foggia.
Descrita como uma jovem de uns 25 anos, muito bonita, mais loira que morena, a visitante usava um vestido cinza-azulado malfeito e carregava uma bolsa preta. Disse que vinha de muito longe.
A jovem visitante pediu a tia Adele permissão para visitar Rosa. Quando o sino da igreja anunciou o ângelus, a senhora pediu a Rosa que o recitasse com ela. Depois disso, convidou Rosa a sair da cama e ofereceu-lhe a mão para ajudá-la a ficar em pé. Nesse instante, a jovem senhora colocou as mãos nas partes doloridas do corpo de Rosa. 
Imediatamente as dores cessaram por milagre e ela ficou curada da peritonite e dos tumores perfurantes. Mais tarde, essa cura sobrenatural foi confirmada pelos médicos, para assombro de todos.

Em lágrimas, Rosa ajoelhou-se diante da jovem senhora e esta lhe disse para ir a San Giovanni Rotondo e apresentar-se a Padre Pio. Rosa assim o fez. Ao chegar lá, a mesma jovem lhe apareceu e disse ser a Mãe da Consolação e a Mãe dos Aflitos. Levou Rosa até Padre Pio e em seguida desapareceu.
Seguindo as instruções de Padre Pio, Rosa consagrou-se ao cuidado dos doentes no hospital de Piacenza.

Dois anos se passaram e Padre Pio disse-lhe que deveria interromper seu trabalho de cuidar dos doentes e lhe revelou que deveria voltar para casa, onde uma missão muito importante a aguardava. Rosa voltou a San Damiano em 1963. No entanto, nenhuma “missão importante” apareceu até o dia 16 de outubro de 1964.

Nesse dia, mais uma vez quando recitava o ângelus, Mamma Rosa ouviu uma voz que a chamava para fora de casa. Ao sair, deparou com “uma aparição da Virgem Santíssima” suspensa no ar, acima de uma pereira.
A Virgem disse-lhe que viria vê-la toda sexta-feira e lhe daria mensagens “para transmitir ao mundo”. Disse que também “daria sinais”, para provar a veracidade da aparição. E o primeiro desses sinais seria fazer a pereira florir fora de época. Pediu também que cavasse um poço bem perto da árvore e desapareceu.

A pereira floriu para espanto de todos. Durante dezessete dias milhares de espectadores curiosos e a imprensa puderam admitir o fenômemo e centenas de fotografias foram tiradas e publicadas nos meios de comunicação.
Cavado às pressas, o poço produziu “água milagrosa”. Entre os fenômenos registrados, houve curas de cegueira, surdez, paralisia e outras enfermidades e também curas dos “males da alma”, ou conversões.

Durante 13 anos seguintes, todas as sextas-feiras, Rosa viu a aparição de Maria Santíssima.

Em um dos registros dessa aparição, a vidente Mamma Rosa, em “ligeiro transe”, relatou: “A Mãe chegou à pereira, toda vestida de vermelho, em uma luz tão grande e resplandecente que brilha sobre o mundo inteiro — acompanhada de todos os anjos e também dos santos mártires que deram a vida por Jesus”.
No dia 8 de outubro de 1967, festa da Imaculada Conceição, cerca de duas mil pessoas estavam presentes. Metade dessas pessoas eram de países estrangeiros – França, Suíça, Alemanha, Iugoslávia, Áustria, Estados Unidos, Canadá e diversos países sul-americanos.
Mais uma vez, ocorreu o fenômeno do sol “que girou durante meia hora e lançou raios multicores. Estava completamente obscurecido e só se viam as arestas externas... como um eclípse”. É importante ressaltar aqui que não houve eclipses em dezembro de 1967. Foram tiradas muitas fotografias desses fenômenos.
Na edição de 9 de dezembro de 1968, o jornal Diário de Piacenza publicou na primeira página: “Cento e cinqüenta ônibus e cerca de mil carros trouxeram enorme multidão a San Damiano, ontem. Segundo as maiores estimativas havia cerca de dez mil pessoas... Cerca de trinta padres franceses estavam ao redor da pereira”.

Naquele dia chovia muito sobre a multidão. Todos os acessos a San Damiano estavam bloqueados. Milhares de pessoas caminhavam na lama até os tornozelos para chegar próximo à pereira. Era compacta a multidão ao redor da vidente e da pereira.

Mamma Rosa pediu que todos fechassem os guarda-chuvas. Então, exatamente como ocorrido em Fátima em 1917, surgiram diversos sinais que estão presentes em várias outras aparições.

Alguns desses sinais são: sol giratório; duplicação do sol; cruzes brancas iluminadas, em diversas posições, algumas com o sol girando na intercessão das travessas verticais e horizontais da cruz; círculos perfeitos formados de pequenos raios parecidos com pingentes de gelo; um círculo perfeito de dez contas (representando um mistério do Rosário); raios de diversos contornos e formas; retângulos e triângulos no céu ou atrás do sol; barras ou colunas em posição vertical ou horizontal sobre fotografias inteiras; hexágonos; a imagem de um monge suspenso no ar.
Dezenas de fotografias foram tiradas desses fenômenos, em preto-e-branco e coloridas. Algumas foram examinadas pelo doutor Pierre Weber, engenheiro de pesquisas do Departamento Nacional de Estudo e Pesquisa no Ar e no Espaço, em Paris.
Especialistas de diversos campos de metereologia e análise de filmes examinaram outras fotografias.
Nenhum deles descobriu nessas análises uma causa natural para os fenômenos fotografados.

Como não encontraram explicação plausível, os especialistas subseqüentes mergulharam no silêncio e desistiram de explicá-los.
Nenhum desses especialistas ousou tirar conclusão que incluíssem uma explicação sobrenatural. O que deu deixa aos incrédulos para aventarem suas próprias explicações reducionistas.
Nossa Senhora também pediu lenços brancos para serem abençoados por ela: "Traga lotes de lenços aqui, completamente branco e coloque-os num saco de nylon em Meu Jardim", "Os lenços serão abençoados na primeira sexta-feira e no primeiro sábado e em cada dia de festa, por Nossa Senhora" Estes lenços vão ser preenchido com um grande dom de mim. Quem secar seus olhos com um desses lenços receberão a luz do céu. Eles devem compreender que Jesus os chama e que devem preparar-se pela penitencia, pedir perdão e se tornarão abençoados, felizes e em paz completa, prontos para irem ao Céu.” Mama Rosa: "As pessoas que têm os lenços com eles, durante os tempos difíceis, tempos de tristeza, de resistência, ou confusão deve, em seguida, cubrir os rosto com o lenço e fazer o sinal da cruz".

No decorrer das muitas mensagens em San Damiano, a Mãe de Jesus manifestou tristeza para com a humanidade pecadora. Muitas delas seguiam o tema: “o diabo está agressivo no mundo inteiro”. Como por exemplo, em 25 de maio de 1970:


“Sou insultada neste lugar [isto é, no mundo], sou tão desprezada, caluniada! Isso me causa imensa tristeza, pois a humanidade não vê que venho para salvar todos”.
Maria Santíssima, em San Damiano, faz menção a um apocalipse universal que está por vir, a não ser que o mundo mude seus modos pecaminosos. Na mensagem de 9 de setembro de 1969, a Mãe de Jesus disse:
“E não temam, queridos filhos, porque virei, sim, virei para o meio de vocês e todos vão me ver – e, então, acreditarão”. (1)



 Já em 07 de maio de 1970, nossa Mãe afirmou:




” Estou sempre aqui com vocês, noite e dia. Enquanto meu instrumento viver, estarei sempre aqui.


É relevante ressaltar que essa aparição também faz grave menção aos problemas enfrentados pela Igreja nessa época.


O próprio Jesus assim Se expressa à vidente Rosa Quatrini, em San Damiano:

“Meu pobre filho (o papa Paulo VI) é prisioneiro de Satanás, cuja autoridade dita as leis no Vaticano, hoje transformado num covil do demônio. O meu representante é a sua vítima, a ponto de dispensarem a opinião do papa ao publicarem decretos, dizendo terem sido assinados por ele. O supremo pastor da Igreja é refém do marxismo e da franco-maçonaria. É mártir desta Igreja que súditos infames querem deitar abaixo. Em breve, porém, conhecerão o poder do Senhor. Esmagarei essas víboras enrodilhadas nas colunas do templo que sustentam a obra por mim construída ao preço do meu sangue. Todos eles vão morrer nos seus crimes e planos inconfessáveis. Depois de limpar esta podridão, Deus será finalmente servido por seu povo fiel, que terá encontrado a paz e a alegria de viver, seguindo minha doutrina. Minha filha, o que te ordeno escrever é chocante, mas necessário. Conheço tua provação e teu medo. Mas ninguém tocará em ti... Eu bem que gostaria de salvar a todos, apesar de seus graves desvios. Entrentanto, a maior parte deles recusará nossos apelos. Morrerão no seu orgulho e irreligião”. (2)

Mama Rosa morreu em 8 de setembro de 1981. Desde 1975, sua saúde vinha visivelmente piorando e ela foi enviada para o hospital em várias ocasiões. No hospital em Parma Fidenza, recebeu a visita do Bispo local. Em 30 de agosto assistiu a Santa Missa dominical e em 03 de setembro foi levada de volta para o hospital em Amplia, onde morreu dois dias depois. Ela recebeu a Sagrada Comunhão quinze minutos mais cedo. Ficou muito lúcida até o ultimo minuto e foi cercada por seus filhos e netos.


Obs: As Aparições de Nossa Senhora a Rosa Quatrinni caíram no esquecimento e não chegar com força a nossa época, devido ao não Pronunciamento Oficial da Igreja. 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...