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sábado, 13 de setembro de 2025

14 DE SETEMBRO - FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ - ASSISTAMOS O BELÍSSIMO FILME:VOZES DO CÉU 14 - AS APARIÇÕES DE MEDJUGORJE - QUE TAMBÉM NOS RELATA A FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ COMEMORADA PELOS MORADORES DE MEDJUGORJE


Festa da Exaltação da Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo (14 de Setembro)

“Para nos exortar à paciência, Jesus Cristo levou uma vida de sofrimentos contínuos, e é a exemplo de Jesus que todos os santos abraçaram as tribulações com alegria, […].” Veja o que mais Santo Afonso fala nesta meditação para a Festa da Exaltação da Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo.



Mihi absit gloriari, nisi in cruce Domini nostri Iesu Christi; per quem mihi mundus crucifixus est, et ego mundo — «De mim esteja longe o gloriar-me, senão na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo; por quem o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo» (Gal 6, 14).

SumárioEsta terra é um lugar de merecimentos e, portanto, também de sofrimentos. Para nos exortar à paciência, Jesus Cristo levou uma vida de sofrimentos contínuos, e é a exemplo de Jesus que todos os santos abraçaram as tribulações com alegria, de modo que nenhum deles chegou à glória senão por um caminho semeado de espinhos. Que vergonha para nós! adoramos a santa Cruz, gloriamo-nos de combater sob este estandarte triunfante, de ser herdeiros dos santos, e somos-lhes tão dessemelhantes! Há de ser sempre assim?… Senhor, enviai-me as cruzes que as minhas culpas merecem, mas dai-me também força para carregá-las com paciência.

I. Esta terra é um lugar de merecimentos, e por isso também de sofrimentos. A pátria na qual Deus nos preparou o descanso em gozo eterno, é o paraíso. É pouco o tempo de passar aqui, mas nesse pouco tempo são muitos os sofrimentos a suportar. De ordinário, quando a Providência divina destina alguém a coisas grandes, prova-o também por meio de maiores adversidades. — Um dia Jesus Cristo apareceu à Bem-aventurada Batista Varani e disse-lhe que há três benefícios escolhidos que concede às almas suas prediletas: o primeiro é o de não pecar; o segundo o de praticar boas obras; o terceiro e maior de todos, o de fazê-la sofrer por amor dele.

Mais belas ainda são as palavras que o mesmo Jesus Cristo dirigiu a Santa Teresa: «Minha filha», disse-lhe, «pensas porventura que o merecimento está em gozar? não, está em padecer e amar. Crê, pois, minha filha, que aquele que é mais amado de meu Pai, recebe dele maiores sofrimentos; e o pensar que sem sofrimentos ele admite alguém à sua amizade é uma pura ilusão». — Sendo, porém, que a natureza humana por si mesma aborrece tanto os sofrimentos, o Verbo Eterno, diz São Pedro, baixou do céu à terra para nos ensinar a carregar as nossas cruzes com paciência: Christus passus est pro nobis, vobis relinquens exemplum, ut sequamini vestigia eius (I Pe 2, 21).

Jesus Cristo quis, portanto, sofrer par anos animar ao sofrimento, e não só no tempo da sua Paixão, mas durante toda a sua vida. Qual foi a vida do Redentor sobre esta terra? Volve-a, diz São Boaventura, e revolve-a quanto quiseres, desde o princípio até o fim e sempre acharás Jesus pregado na cruz: Volve et revolve, et non invenies eum nisi in cruce. Com efeito, todo o tempo, desde o momento em que tomou a natureza humana até ao seu último suspiro, foi um sofrimento contínuo. — Que vergonha para nós, que nos gloriamos de seguirmos Jesus Cristo e lhe somos tão dessemelhantes! Adoramos a cruz do Senhor, celebramos as suas festas, gloriamo-nos de combater sob este estandarte triunfante, e somos tão ávidos de prazeres! Há de ser sempre assim?

II. Animados pelo exemplo de Jesus Cristo, os santos sempre consideraram as adversidades como um tesouro escondido, estimaram-nas mais do que uma partícula do santo Lenho, sobre o qual o Senhor morreu pela nossa salvação. Quantos jovens nobres, quantas donzelas, mesmo de sangue real, distribuíram entre os pobres todas as suas riquezas, renunciaram às comodidades, às honras e dignidades do mundo, e entraram num mosteiro, para abraçarem a Jesus Cristo e subirem com ele ao Calvário, por um caminho semeado de espinhos!

O Senhor, porém, que nunca se deixa vencer em generosidade e quis recompensar já nesta terra aquelas almas generosas, tornou-lhes muito suaves os frutos da árvore da cruz, que se regozijavam no meio das tribulações; e talvez nunca um mundano se mostrasse tão ávido de prazeres, como os santos o foram de sofrimentos.

Santa Teresa, não querendo viver sem cruzes, exclamava: Ou sofrer, ou morrer. Santa Maria Madalena de Pazzi, ao pensar que no céu não há mais sofrimento, dizia: Sofrer e não morrer. Quando certo dia Jesus Cristo perguntou a São João da Cruz, qual a recompensa que desejava por tudo o que por amor dele tinha sofrido, respondeu: Senhor, não desejo senão mais sofrimentos, mas sofrimentos acompanhados de humilhações e desprezos: Domine, pati et contemni pro te[1].

Meu irmão, não sejas do número daqueles loucos que se assustam à vista da cruz e fogem dela, porque lhe conhecem somente o exterior. Tu, ao contrário, «prova e vê quão suave é o Senhor» — Gustate et videte, quoniam suavis est Dominus (Sl 33, 9). Abraça de boa vontade as tribulações que o Senhor te queira enviar, considera atentamente as vantagens que delas te provêm, e também tu dirás: Vale mais uma hora de sofrimentos suportados com resignação na vontade de Deus, do que todos os tesouros da terra. — Quando a natureza se revolta contra os sofrimentos, lancemos, para nossa animação, um olhar sobre o Crucifixo e digamos com o Apóstolo: Compatimur, ut et conglorificemur (Rm 8, 17) — «Padecemos com Jesus, para também com ele sermos glorificados».

Sim, meu Jesus, é o que com o vosso auxílio proponho fazer. Se Vós, posto que inocente, quisestes sofrer tanto por mim, e não entrastes na glória senão pelo caminho dos sofrimentos, como poderia eu, pecador como sou e digno de mil infernos, recusar o sofrimento? Ah, Senhor, enviai-me as cruzes que quiserdes, mas dai-me também força para as carregar com paciência por vosso amor. — «E Vós, ó Deus, que no presente dia nos alegrais com a anual solenidade da exaltação da santa Cruz: concedei-me que, conhecendo na terra este mistério, mereça no céu os prêmios da sua Redenção»[2] — Fazei-o pelo amor de Jesus e Maria. (* I 768.)




REZEMOS:

TERÇO DA PAIXÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

TERÇO DAS SANTAS CHAGAS DE JESUS


TERÇO CONTRA OS PODERES INFERNAIS

TERÇO DA DIVINA MISERICÓRDIA

13.09.2025🙏Mensagem de Nossa Senhora Rainha e Mensageira da Paz a Marcos Tadeu nas Aparições de Jacareí


 

domingo, 7 de setembro de 2025

8 de setembros AS APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA EM PORZUS - ITÁLIA A VIDENTE TERESA DUSH


PINTURA REPRESENTANDO A APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA A TERESA DUSH
08 de setembro de 1855

IMAGEM REPRESENTANDO A APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA A TERESA DUSH
MAIS TARDE SE TORNARIA A IRMÃ MARIA HOSANA


FILME VOZES DO CÉU 1 - AS APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA EM PORZUS E DE JESUS A SANTA FAUSTINA
EDIÇÃO E NARRAÇÃO DO VIDENTE MARCOS TADEU
PEDIDOS DESTE BELÍSSIMO FILME PELO TELEFONE 0XX12 99701 2427 OU ACESSE A LOJA VIRTUAL


Porzus Itália 1855


Em setembro de 1845, nasceu em Porzus-Itália Teresa Dush, filha de pobres agricultores.
Quando menina era boa, ia frequentemente ao catecismo Seguindo as lições com grande atenção e era uma menina devota.

No dia 08 de setembro de 1855, com quase dez anos,Teresa acordou cedo.

Era sábado e dia santo em Porzus.

A mãe de Teresa chama a menina e a manda cortar ervas para alimentar os animais
a menina recorda a mãe que era dia santo e, portanto, era pecado trabalhar, em vão,
a mãe não quis saber e mandou embora a menina.

Inconformada, foi ao campo das redondezas de Porzus, para procurar a erva para os animais. Ia pedindo perdão a DEUS no seu coração, pelos pecados da mãe, e suplicando a ajuda de Nossa Senhora.

Subitamente viu uma luz muito forte, e em seguida uma Senhora lindíssima, vestida com um manto azul, vestido branco ornado,  véu branco e coroa real na cabeça.

A Senhora tinha o semblante triste, Ela pegou a pequena foice de Teresa, e sorrindo, triste, mas docemente, lhe diz:

“_Minha filha, não tema, Eu sou a Virgem Maria.

Não se deve trabalhar em dia santo, em dia de festa.”

A menina então, pede perdão a Virgem Maria, e lhe suplica ajuda, dizendo que a mãe lhe batera se ela não levar o capim para casa.

A Senhora cortou um pouco de capim, e deu a menina dizendo:

“- Toma minha filha, isto basta.”

Em seguida acrescentou:

“- Diz a todo o mundo que santifique o nome do Senhor, que santifique os dias santos, e que não blasfemem, porque não fazendo isso, ofendem muito o Meu Filho, e causam dores ao meu coração materno. Que observem “o jejum e a vigília.”

Em seguida, desapareceu sorrindo para Teresa.

De volta a casa, Teresa contou tudo a sua mãe.

Que incrédula, vê que ela trouxe, feno suficiente para vários dias em tão curto tempo.

Nem todos acreditaram na história da aparição, quando o fato se espalhou.

Uma semana depois, no domingo, Teresa estava na igreja de Porzus com uma amiga rezando.

A Senhora aparece de novo, e faz Teresa contemplar Jesus Seu filho crucificado.

Teresa fala com a Senhora muito tempo.

A Virgem lhe pede para dizer a todos, que rezem o Santo Rosário todos os dias, que se faça penitência, para que acabe a epidemia de cólera, que assolava a Itália, e se tenha muita fé no Senhor.

A Virgem mandou então Teresa erguer as mãos, a menina obedeceu, e a Senhora imprimiu uma pequena cruz dourada no dorso de sua mão esquerda, que nunca mais desapareceu.
Teresa estava acompanhada de uma amiga, que nada via nem ouvia, e olhava rindo incrédula a menina falar com uma pessoa invisível.

Teresa olhou então para a sua mão, e viu que verdadeiramente a cruz estava ali,  impressa e visível para sempre.

De volta a casa, contou a mãe o que acontecera, e lhe mostra a cruz em sua mão. A mãe, olha atônita e crê que é um sinal divino. Vai com a filha a igreja para mostrar a cruz ao vigário, este tenta apaga-la esfregando-a, lavando-a com água, mas é tudo em vão. A cruz permanecia impressa na mão de Teresa, cada vez mais bela.

Depois disso, a Senhora aparece mais duas outras vezes, confiando-lhe um segredo em uma aparição, e ordenando-lhe que mande o povo rezar todos os dias o rosário, na outra.

Em 1864, a Senhora apareceu de novo a Teresa, depois de alguns anos de interrupção nas aparições.

Teresa queria ser religiosa, mas por ser analfabeta teme não ser capaz. Ela já estava com dezenove anos, a Virgem Maria mandou a pedir para ser aceita, no convento que ela queria entrar, das Irmãs da Providência. E quando lá estivesse lhe daria a graça de rezar o ofício em latim, como se tivesse estudado como as outras. 

Teresa fala com o padre Luigi Scrosoppi, na casa Terelite em Udine, e pede para ser uma das irmãs da providência. Depois de se informar sobre as Aparições de Porzus, e sobre o sinal da cruz impresso na mão de Teresa. Ele realmente crê que ela é uma eleita pelo Senhor. Ele aceita Teresa, mas lhe impõe a condição, de não falar das às Aparições, e não mostrar a cruz impressa na sua mão a ninguém, para que não fosse o centro das atenções e não se tornasse soberba na sua opinião. 

Depois de um curto noviciado, toma o hábito com o nome de irmã Maria Osanna, rezando e sacrificando-se pelos pecadores sem cessar.

A sua tuberculose, porém, vai lentamente se agravando, fica na enfermaria frequentemente.
Durante todo o tempo da sua vida religiosa, teve que manter a cruz em sua mão  coberta com a manga do hábito, por ordem dos seus superiores, e guardar um injusto silêncio sobre os fatos de Porzus.

No dia 17 de agosto de 1870, irmã Maria Osanna, Teresa Dush, morre na casa Terelite, em Udine. Tinha apenas 25 anos.
Foi sepultada no cemitério de Udine, junto com outras religiosas da Providência.
Sua vida foi somente sacrifício e oração pela conversão dos pecadores.
Um verdadeiro hino de amor a Virgem Mãe de DEUS.
Em Porzus o povo começou a rezar o rosário aos domingos e no mês de maio logo após a Aparição.

Em 1885, trinta anos depois da primeira Aparição, construíram uma pequena capela no local que até hoje ali se vê.

Um ano depois, colocaram um quadro da Aparição, mostrando a Virgem falando com Teresa na parede da capela;

Infelizmente a devoção a Senhora de Porzus, não se espalhou como a de Fátima e de Lourdes. O clero pouco e nada fez pela Aparição ou pela divulgação das mensagens de Porzus. Com o tempo a capela ficou esquecida e abandonada, não se sabe bem porque.

A memória da vidente Teresa Dush foi esquecida e a sua santidade nunca foi reconhecida pelo clero da igreja. A Aparição de Porzus se tornou como que uma lenda com o passar do tempo. Em 1992 a capela estava quase caindo, pelo tempo e as más condições do telhado.
  
Foi então, que um sopro misterioso da Mãe de DEUS, reavivou a fé de boas almas,  que restauraram a capela, e recomeçaram a oração do rosário no lugar.

Surgiu então, uma fonte de água perto da capela e muitas curas começaram a acontecer, como a de um menino de Udine, que estava paralisado e já agonizava no hospital.

E foi imediatamente curado pela água da fonte do local da Aparição de Porzus.


 No ano de 2005, quando se completar 150 anos da Aparição, a imagem da Senhora aparecendo a Teresa, foi confeccionada, e levada da igreja de Porzus até a capela em procissão, onde foi entronizada.

Ao lado da capela, a primeira mensagem da Senhora, foi gravada numa pedra, como um eterno memorial do apelo de oração e penitência, da Mãe de DEUS feito naquele santo lugar.


Esta belíssima Aparição tão desconhecida, deve ser divulgada com urgência agora

nestes tempos de apostasia e maldade, pois nela se encerram os remédios celestes,

para curar toda a humanidade, dos males que a assolam.

Cabe a nós os filhos da Mãe de DEUS, realizar esta santa tarefa que pode salvar toda a humanidade.

A vida de Teresa Dush como a de Santa Bernadete, a dos Pastorinhos de Fátima e de La Salette, é uma canção de amor a Mãe de DEUS. Um sol luminoso que ilumina o mundo inteiro, e que se conhecida e seguida pode se converter e salvar toda a humanidade.

A Aparição de Porzus, entre as Aparições de La Salette e de Lourdes, faz parte do apelo veemente de penitência e oração que a Mãe de DEUS dirigiu ao mundo, na tentativa de salvá-lo já nos meados do século dezenove.

Hoje a capela de Porzus tem a oração do Rosário todos os dias, e cenáculos de oração todos os domingos.

E nós, não deveríamos começar a obedecer às mensagens de Nossa Santa Mãe de Porzus, agora, para que o Seu Coração Imaculado, triunfe depressa no mundo inteiro.

Que Santa Teresa Dush, sim, para mim ela é uma grande santa, tal como Santa Bernadette, os Pastorinhos de Fátima, San Juan Diego de Guadalupe e os Pastorinhos de La Salette Maximino e Melanie.

Que ela que foi injustamente silenciada e calada, e morreu nas sombras do esquecimento do mundo, nos ajude a divulgar as mensagens da Senhora de Porzus,

para que o mundo inteiro ouça estes apelos dolorosos do Coração Imaculado de Maria, e se converta logo, para que Jesus, Maria e José, para que DEUS Nosso Senhor, reine logo nos corações de todos os homens, amém!

HISTÓRICO DA APARIÇÃO TIRADO DO FILME VOZES DO CÉU 1 - AS APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA EM PORZUS E DE JESUS A SANTA FAUSTINA - EDIÇÃO E NARRAÇÃO DO VIDENTE MARCOS TADEU

07.09.2025🙏Mensagem de Nossa Senhora Rainha e Mensageira da Paz a Marcos Tadeu nas Aparições de Jacareí


 

06.09.2025🙏Mensagem de Nossa Senhora Rainha e Mensageira da Paz a Marcos Tadeu nas Aparições de Jacareí


 

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