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domingo, 12 de abril de 2026
sábado, 11 de abril de 2026
As Aparições de Nossa Senhora e Jesus Misericordioso a Santa Faustina Kowalska-Polônia
SANTA FAUSTINA A VIDENTE DE JESUS MISERICORDIOSO
FILME AS APARIÇÕES DE JESUS MISERICORDIOSO A SANTA FAUSTINA
Edição e narração do vidente Marcos Tadeu Teixeira
Santuário das Aparições de Jacareí-SP-Brasil
A IMAGEM DE JESUS MISERICORDIOSO
(O DIÁRIO de santa Irmã Faustina) Plock, Polônia “1931, dia 22 de fevereiro.
À noite, quando me encontrava na minha cela, vi Nosso Senhor vestido de branco.
Uma das mãos erguida para a bênção, e a outra tocava-Lhe a túnica, sobre o peito.
Da túnica entreaberta sobre o peito saíam dois grandes raios, um vermelho e o outro pálido. Em silêncio, eu contemplava o Senhor; a minha alma estava cheia de temor,
mas também de grande alegria. Logo depois, Jesus me disse: Pinta uma Imagem de acordo com o modelo que estás vendo, com a inserição: Jesus, eu confio em Vós.
(...) Prometo que a alma que venerar esta Imagem não perecerá. Prometo também, já aqui na Terra, a vitória sobre os inimigos e, especialmente, na hora da morte.
(...) Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia. Quero que essa Imagem, que pintarás com o pincel, seja benta solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia.
Desejo que os sacerdotes anunciem essa Minha grande misericórdia para com as almas pecadoras. Que o pecador não tenha medo de se aproximar de Mim.
(...) Uma vez, cansada dessas diversas dificuldades que tinha por causa de Jesus falar-me e exigir a pintura da Imagem, decidi firmemente, antes dos votos perpétous, pedir a Frei Andrasz que me dispensasse daquelas inspirações interiores e da obrigação de pintar a Imagem. Depois de me ouvir em confissão, Frei Andrasz deu-me esta resposta: Não dispenso a Irmã de nada e a Irmã não pode esquivar-se dessas inspirações interiores, mas a Irmã deve, necessariamente, relatar tudo ao confessor, sem falta, porque de outra forma a Irmã incorrerá em erro apesar dessas grandes graças de Deus.
Neste Momento, a Irmã está se confessando comigo, mas saiba que devia ter um confessor permanente, isto é, um diretor espiritual. Fiquei imensamente preocupada com tudo isso. Pensei que me livraria de tudo e aconteceu o contrário: uma ordem explícita para atender às exigências de Jesus. E agora um novo tormento, de não ter
um confessor permanente.
(...) Contudo, a bondade de Jesus é infinita e Ele prometeu-me ajuda visível na Terra
e recebi-a em breve em Vilna (Vilnius, Lituânia). Reconheci no padre Sopocko essa ajuda de Deus. Antes de chegar a Vilna, conheci-o por uma visão interior. Certo dia, vi-o na nossa capela entre o altar e o confessionário. Então ouvi uma voz na alma:
Eis a tua ajuda visível na Terra. Ele te ajudará a cumprir a Minha vontade na Terra” (Diário, 47-53).
Para Irmã Faustina, a tarefa imposta por Jesus Cristo era simplesmente irrealizável, visto que
ela não possuía as aptidões plásticas necessárias para isso. Apesar disso, ela procurava ser obediente à vontade de Jesus e tentava pintar o quadro por conta própria, mas sem resultado.
A insistência de Jesus Cristo para que ela realizasse essa tarefa, por um lado, e, por outro lado,
a descrença dos confessores e dos superiores tornou-se para Irmã Faustina um grande sofrimento pessoal. Durante a sua estada em Plock (cerca de 3 anos), e depois em Varsóvia, ela continuou preocupada com a exigência não realizada de Jesus, tanto mais que lhe fez sentir como nos planos divinos era importante a tarefa que lhe estava confiando:
”De repente vi o Senhor, que me disse: Fica sabendo que, se negligenciares a tarefa da pintura dessa imagem e de toda a obra da misericórdia, serás responsável por um grande número de almas no dia do julgamento” (Diário, 154).Após professar os votos perpétuos, no dia 25 de maio de 1933 a Irmã Faustina foi transferida
à casa religiosa em Vilna, onde encontrou a ajuda que anteriormente lhe havia sido prometida
– o confessor e diretor espiritual pe. Sopocko, que empreendeu a tentativa de concretizar as exigências de Jesus Cristo.
”Levado mais pela curiosidade de ver que imagem seria essa do que pela crença na veracidade dessas visões, pedi ao pintor Eugênio Kazimirowski que pintasse esse quadro” (O pe. Sopocko, Memórias).
imagem de Jesus Misericordioso surgiu numa atmosfera de presença divina – das vivências místicas da irmã Faustina. Esse apreciado e bem preparado pintor, ao pintar
a imagem de Jesus Misericordioso renunciou à sua própria concepção artística para honestamente recriar na tela o que lhe relatava a irmã Faustina. Durante seis meses ela vinha ao ateliê do artista pelo menos uma vez por semana, a fim de lhe apontar complementações e as necessárias correções. Ela se esforçou por fazer com que a imagem de Jesus Misericordioso fosse exatamente igual à que lhe havia sido apresentada na visão.
Da pintura da imagem participou ativamente o fundador da obra, o pe. Sopocko, que a pedido
do pintor posou vestido de alba. O período da pintura comum serviu de ocasião para uma interpretação mais profunda do conteúdo da imagem. As questões controvertidas eram decididas pelo próprio Jesus Cristo (D. 299; 326; 327; 344). Foi muito eloquente um diálogo de Irmã Faustina com Jesus Cristo a respeito do quadro pintado:
”...quando fui à casa daquele pintor que estava pintando a Imagem e vi que ela não era tão bela como é Jesus, figuei muito triste com isso, mas escondi essa mágoa no fundo do meu coração. (…) a Madre Superiora ficou na citade para resolver diversos assuntos e eu voltei para casa sozinha. Imediatamente dirigi-me à capela e chorei muito. Eu disse ao Senhor: Quem vos pintará tão belo como sois? Então ouvi estas palavras: O valor da imagem não está na beleza da tinta nem na habilidade do pintor, mas na Minha graça” (Diário, 313).
Desse diálogo emana a sinceridade de uma pessoa agraciada com graça sobrenatural, que
em suas vivências místicas via a beleza do Salvador ressuscitado. Por diversas vezes Jesus Cristo apareceu apareceu a irmã Faustina da forma como se encontra
na imagem (D. 473; 500; 851; 1046; 1565) e também exigiu várias vezes que essa imagem fosse acessível ao culto público. Isso confirma que Jesus Cristo aceitou a imagem pintada no quadro
- santificando-a com a Sua presença viva.Graças aos empenhos dope. Sopocko, a imagem do Salvador Misericordioso foi exposta
na janela da galeria junto à capela de Nossa Senhora da Misericórdia em Ostra Brama, em Vilnius, e nos dias 26-28 de abril de 1935 pela primeira vez foi alvo de veneração pública, durante o solene encerramento do Jubileu dos 1900 anos da Redenção do Mundo. No último dia da solenidade,
que era o primeiro domingo após a Páscoa, participou da celebração a irmã Faustina, e o sermão sobre a divina misericórdia foi pronunciado pelo pe. Sopocko, da forma como havia exigido
Jesus Cristo.
”Por admirável desígnio tudo aconteceu como o Senhor havia exigido: a primeira honra que a Imagem recebeu das multidões - foi no primeiro Domingo depois da Páscoa. Durante três dias, ela ficou exposta publicamente e recebeu a honra dos fiéis, pois estava exposta em Ostra Brama (Ausros Vartai), na parte alta da janela e, por isso, podia ser vista de muito longe. Em Ostra Brama era comemorado solenemente, por esses três dias, o encerramento do Jubileu da Redenção do Mundo - os 1900 anos da Paixão do Salvador. ”Agora vejo que a obra da Redenção está ligada com a obra da misericórdia que o Senhor está exigindo” (Diário, 89).
”Quando a Imagem foi exposta, vi o braço de Jesus fazer um movimento e traçar um grande sinal da cruz. Nesse mesmo dia, (...) vi como essa Imagem pairava sobre uma cidade, e essa cidade estava coberta de fios e de redes. À medida que Jesus ia passando, cortava todas essas redes e, no fim, traçou um grande sinal da cruz e desapareceu...” (Diário, 416).
”Quando estava em Ostra Brama, durante as solenidades em que a Imagem foi exposta, assisti ao sermão, que foi pronunciado por meu confessor (M. Sopocko); o sermão tratava da misericórdia de Deus; era a primeira coisa que Jesus havia tanto tempo tinha exigido. Quando começou a falar sobre a grande misericórdia do Senhor,a Imagem tornou-se viva e os raios penetravam no coração das pessoas ali reunidas,embora não na mesma medida; uns recebiam mais, outros menos. Uma grande alegria inundou minha alma ao ver a graça de Deus” (Diário, 417).
”Quando estava se encerrando a celebração e o sacerdote segurou o Santíssimo Sacramento para dar a bênção, então vi Jesus tal como está pintado na Imagem.
O Senhor deu a Sua bênção e os dois raios espalharam-se pelo mundo inteiro.
Então, vi uma claridade impenetrável, sob a forma de uma casa de cristal, tecida de ondas de claridade inacessível a nenhuma criatura, nem espírito. A essa claridade conduziam três portas - e nesse momento Jesus, como aparece na Imagem, entrou nessa claridade pela segunda porta - no interior da Unidade” (Diário, 420).
Aspecto atual da capela em Ostra Brama (Ausros Vartai)
DO SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DA MISERICÓRDIA - Vilna (Vilnius, Lituânia)
Imagem a óleo sobre tábuas.
Imagem com o vestido de prata
Capela de Nossa Senhora da Misericórdia
O PAPA JOÃO PAULO II
A Imagem no Santuário da Divina Misericórdia em Vilna
”Ofereço aos homens um vaso,
com o qual devem vir buscar graças na fonte da misericórdia.
Esse vaso é a Imagem com a inscrição: Jesus, eu confio em Vós” (Diário, 327).
”Os dois raios (na imagem) representam o Sangue e a Água: o raio pálido significa
a Água que justifica as almas; o raio vermelho significa o Sangue que é a vida das almas. Ambos os raios jorraram das entranhas da Minha misericórdia, quando na Cruz o Meu Coração agonizante foi aberto pela lança (...). Feliz aquele que viver à sua sombra, porque não será atingido pelo braço da justiça de Deus” (Diário, 299).
”Hoje vi duas colunas muito grandes fincadas no chão: uma delas coloquei-a eu
e a segunda, outra pessoa, S.M. (M. Sopocko). (...) Essas duas colunas encontravam-se perto uma da outra na largura da Imagem, e vi essa Imagem pendurada nelas muito alto. Num instante, sobre estas duas colunas surgiu um grande santuário, interior
e exteriormente. Vi a mão que terminava a construção desse santuário, mas não
vi a pessoa. Havia uma grande multidão de pessoas fora e dentro do santuário,
e as torrentes que saíam do compassivo Coração de Jesus desciam sobre todos”
(Diário, 1689).
JESUS EU CONFIO EM VÓS
”DESEJO QUE O MUNDO TODO CONHEÇA A MINHA MISERICÓRDIA” (Diário, 687).
12 de abril AS APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - VIRGEM DA REVELAÇÃO - VIRGEM DO APOCALIPSE TRE FONTANE, ROMA (1947)
AS APARIÇÕES DE TRE FONTANE, ROMA (1947)
"Sou aquela que está na Trindade Divina. Sou a Virgem do Apocalipse [ou da Revelação]. Tu me persegues. Mas agora, basta! Entra para o santo redil, a corte celeste na Terra. Obedece à autoridade do Papa. A promessa de Deus permanece inalterada". (AVirgem do Apocalipse ao protestante Bruno Cornacchiola, em Tre Fontane, Roma, 1947)
A Virgem do Apocalipse
Uma legítima intervenção de Maria Santíssima tende a causar dois impactos: por um lado, desagrada as correntes progressistas católicas por abalar seus fundamentos modernistas e superecumênicos embasados no racionalismo e no cientificismo em detrimento da Fé.
Por outro lado, revigora o fervor das correntes tradicionais da Igreja, porque a Santíssima Virgem vem pessoalmente comprovar antigos dogmas milenarmente estabelecidos pelo Magistério e reforçar a integridade da natureza singular e salvífica das práticas e doutrinas católicas.
É o caso da intervenção da Virgem do Apocalipse (ou da Revelação), conforme a própria Mãe do Verbo designou essa Sua invocação em Tre Fontane, Roma, no ano de 1947, manifestando-Se ao protestante radical Bruno Cornacchiola, que nutria criminoso ódio para com a Igreja Católica e planejara assassinar o Papa.
Disse a Santíssima Virgem: “Eu retornarei a esse lugar para converter um homem que lutará contra a Igreja de Cristo, e desejará assassinar o Santo Padre"
Luigina Sinapi, a quem a Virgem prometera dez anos antes: “Eu retornarei a esse lugar para converter um homem que lutará contra a Igreja de Cristo, e desejará assassinar o Santo Padre"
Luigina Sinapi, a quem a
Virgem prometera dez anos
antes: “Eu retornarei a
esse lugar para converter
um homem que lutará contra
a Igreja de Cristo, e
desejará assassinar o Santo
Padre"
Tre Fontane, o local da intervenção da Virgem do Apocalipse, por si só é um local tradicionalmente sagrado. Ali fora decapitado o apóstolo Paulo. Numa manhã de abril de 1937, portanto, dez anos antes da intervenção que converteria o fanático Bruno Cornacchiola, conforme narraremos a seguir, a Santíssima Virgem Maria apareceu em uma gruta a uma piedosa jovem católica chamada Luigina Sinapi, dizendo-lhe:
“Eu retornarei a esse lugar para converter um homem que lutará contra a Igreja de Cristo, e desejará assassinar o Santo Padre. Vai agora à Basílica de São Pedro e lá encontrarás uma religiosa que te fará conhecer o seu irmão, que é um cardeal. A ele deves levar a mensagem. Deverás dizer ao cardeal que logo mais ele será o novo papa”.
Atendendo à solicitação celestial, Luigina segue para S. Pedro, onde se encontra com a marquesa Pacelli e transmite-lhe a mensagem que é entregue a seu irmão Cardeal Eugenio Pacelli, na época, Secretário de Estado.
O cardeal Eugênio Pacelli, futuro papa Pio XII, após inteirar-se dos fatos, através de sua irmã, afirmou: “Se são flores, florirão...”
A profecia de Nossa Senhora cumpre-se. Pacelli torna-se então o Papa Pio XII, que recebe Luigina por diversas vezes. Mais tarde, esse Sumo Pontífice receberia das mãos de um arrependido ex-adventista o punhal destinado ao assassinato do sucessor de Pedro, onde se lia em letras entalhadas a sentença de sua própria morte.
"Morte ao Papa"
Bruno Cornacchiola nasceu em 1913 em Roma. Filho de pais desestruturados fugiu de casa aos 14 anos. Graças a uma mulher chamada Maria Farsetti, recebeu algum ensino religioso, fazendo então sua primeira comunhão. Após o serviço militar, na idade de 23 anos, casou-se com Iolanda Lo Gatto. Para ganhar algum dinheiro decidiu lutar nas tropas nacionalistas na Guerra Civil Espanhola, embora realmente sentia-se inclinado para o comunismo.
Logo que chegou à Espanha, sob influência de um protestante alemão abandonou o Catolicismo, convencido pelo amigo de que o papado era a causa de todos os males do mundo. Foi-lhe inculcado a peculiar aversão protestante à Santíssima Virgem e ensinado que o Papa era a besta do apocalipse. Fanatizado, Bruno passou a nutrir intenso ódio para com a Igreja e fez o juramento de matar o Papa.
Persuadido dessa idéia, comprou um punhal em Espanha especialmente para esta finalidade, no qual talhou as ameaçadoras palavras: "Morte ao Papa."
Em sua Fé, a esposa de Bruno recorre ao
Sagrado Coração de Jesus
Bruno, sua esposa Iolanda e seus três filhos
Suas novas crenças protestantes assustam sua esposa, que passa a ser inclusive agredida fisicamente por ele. Em sua cegueira, destrói todas as lembranças católicas, sacramentais e imagens sagradas que tinha em sua casa. Decide aderir à sua nova fé através da Igreja Adventista, localizada em Roma.
Antes porém de passar a frequentar os cultos, tenta persuadir sua mulher a converter-se ao protestantismo. Pressionada, ela concorda, mas com uma condição: a de que ele fizesse a devoção das Nove Primeiras Sextas-feiras, conhecida prática católica dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Essa devoção, ensinada pelo próprio Jesus no século XVII em uma sobrenatural manifestação à Santa Margarida Maria Alacoque (1647-1690), consiste em receber a Sagrada Eucaristia durante 9 sextas-feiras consecutivas (1).
Assim, ficou combinado entre Bruno e sua esposa que, se, porventura, ao final desse período ele ainda estivesse determinado a se tornar um protestante, ela o acompanharia em sua nova crença.
Iolanda acalentava a fé de que Deus de alguma forma convertesse seu marido. No entanto, no final dos nove meses, Bruno mantinha firme sua adesão à crença adventista. Assim, relutantemente, ela foi obrigada a se render às novas convições religiosas do marido.
Em seu ranço anti-católico, Bruno escreveu: “Nossa Senhora não é uma virgem, não é imaculada, não é a ‘Senhora da Assunção’"
Os filhos de Bruno, Carlo, Isola e
Gianfranco com idades entre 7,
10 e 4 anos respectivamente
De 1939 a 1947 Bruno trabalhava como condutor elétrico, em Roma. Nessa época tinha três filhos Carlo, Gianfranco e Isola, com idades respectivas entre 7, 4 e 10 anos. Sua violência para com a esposa continuava, causando muito sofrimento tanto para ela como para as crianças. Agora ele era um comunista convicto que mantinha o secreto plano de matar o Papa.
Era final de inverno. Bruno se encontrava a passeio em Tre Fontane. As crianças brincavam com uma bola à orla da floresta de eucalipto. Tranquilamente, sentou-se para escrever um documento contra a Virgem Maria, tema que apresentaria na pregação que faria no dia seguinte, em sua igreja.
Naquele momento, ali estava um agitador protestante, desenvolvendo um tema contra a Virgem Maria. Sua redação devia ser violenta, arrogante, e ao mesmo tempo convincente. Numa pasta ele trouxera sua Bíblia protestante. Logo em suas primeiras frases ele estabelece a negação, em primeiro lugar, dos privilégios concedidos por Deus a Maria, Sua Mãe. Bruno escreveu: “Nossa Senhora não é uma virgem, não é imaculada, não é a ‘Senhora da Assunção’.
"Linda Senhora... Linda Senhora! ..."
Gruta em Tre Fontane onde a Virgem do Apocalipse Se
manifestou às três crianças e, em seguida, a Bruno
Nesse momento, Bruno foi interrompido pelas vozes de seus filhos que começaram a gritar: “Papai, perdemos a bola, ajude-nos a encontrá-la.”
Logo encontrou a bola e passou a brincar com seus filhos até que em um dos chutes fez com que a bola subisse de forma tão espantosa que desapareceu. Novamente ele sai a procurá-la recomendando aos filhos para que permaneçam onde estavam. Enquanto procura a bola, Bruno grita o nome dos filhos para certificar-se de que continuam onde os havia deixado. Porém, repentinamente, Gianfranco não responde mais aos chamados.
"Gianfranco, onde estás?" chama em vão o pai. Não obtendo resposta e ficando mais e mais preocupado, relembra: "eu o procurava freneticamente por entre os arbustos e as rochas. Finalmente encontro meu filho ajoelhado na entrada de uma gruta. Suas mãos em oração e os olhos fitando intensamente o interior da gruta. O garoto estava sorrindo e sussurrando alguma coisa. Aproximei-me dele e pude ouvir estas palavras: "Linda Senhora... Linda Senhora! ..."
De joelhos, permaneciam olhando encantados em direção ao interior da gruta, repetindo as mesmas palavras
A "Linda Senhora", conforme descrita
pelos quatro videntes
Bruno então chama sua filha Isolda. Qual não é seu espanto quando a menina também cai de joelhos ao lado do irmãozinho. As flores que carrega caem de suas mãos, enquanto seus olhos também se fixam no interior da gruta. Também ela começa a sussurrar: “Bela Senhora... Bela Senhora!”
Cornacchiola conta: "Mais irritado do que nunca, eu estava perguntando a razão pela qual eu mesmo e meus filhos estávamos agindo de forma tão estranha. De joelhos, permaneciam olhando encantados em direção ao interior da gruta, repetindo as mesmas palavras. Chamei Carlo, que veio ainda olhando para a bola".
"Vêm aqui, também," implorei. "Explica para mim o que teu irmão e tua irmã estão fazendo nessa estranha posição. Será um jogo que estão brincando juntos?"
"O jogo a que tu referes", observa Carlo, "eu não estou familiarizado com ele e não sei como jogar isso!" De repente, também ele cai de joelhos, ao lado direito de Isola, junta suas mãos em oração, e seus olhos incidem fascinados num local particular da gruta, a repetir baixinho as mesmas palavras,"Linda Senhora!..."
“Uma coisa foi puxada dos meus olhos”
Precedendo a aparição, Bruno vê
duas mãos puras e brancas moverem-se
em sua direção e tocam-lhe levemente
o rosto. Bruno sente a sensação de
que “uma coisa foi puxada
dos meus olhos”
Bruno entende que ele e sua família estão sendo protagonistas de um evento claramente sobrenatural.
"Eu estava assustado. Temeroso, fui perto da minha garotinha. 'Levanta-te, Isola.' Ela não respondeu. Tentei levantá-la, mas sem sucesso. Aterrorizado, percebendo suas pupilas dilatadas, suas faces pálidas, como se estivessem em êxtase, eu abracei minha menor, dizendo: 'vamos, levanta-te.' Como eu poderia ter perdido tanta força em meus braços? E então, eu exclamei: 'O que está acontecendo aqui?' 'Existe feitiçaria ou demônios neste gruta?' Instintivamente eu disse': 'Quem és tu, tu deves ser mesmo um sacerdote, sai!' Eu entrei na gruta, assim determinado a lutar contra quem estava lá dentro... mas a gruta estava vazia".
Angustiado, e vendo apenas a rocha nua diante de si, sai em estado de desespero, chorando convulsivamente, levanta os braços e os olhos para o céu e exclama: "Deus, livrai-nos!"
Ao dizer essas palavras vê duas mãos puras e brancas moverem-se em sua direção e tocam-lhe levemente o rosto. Bruno sente a sensação de que “uma coisa foi puxada dos meus olhos”. Naquele momento, sente uma certa dor e acha-se no mais profundo esquecimento. Pouco a pouco as trevas vão diminuindo, deixando uma tênue luz gradualmente mais brilhante e densa, de forma a iluminar toda a Gruta.
Neste ponto, "Cornacchiola continua: "Eu não poderia ver a gruta, nem o que estava dentro, mas eu estava envolto por uma invulgar alegria."
"Sou aquela que está na Trindade Divina. Sou a Virgem da Revelação. Tu me persegues. Mas agora, basta! Entra para o santo redil, a corte celeste na Terra. Obedece à autoridade do Papa"
A forma feminina estava descalça e
trazia um livro de capa escura sobre
o peito: A Bíblia! Bruno percebe que,
com Sua mão esquerda, a visão
aponta para algo próximo a seus pés.
"Eu olhei no chão e vi um pano preto
e sobre ele uma cruz quebrada"
Naquele momento de misteriosa perplexidade durante o qual é arrebatado da terra para o maravilhoso limiar da eternidade, para o ponto mais brilhante, ele tem a visão de uma jovem e doce senhora perfeitamente humana, de cabelos negros, vestida com uma túnica branca, uma faixa cor-de-rosa à cintura e um grande lenço cor de esmeralda sobre a cabeça. Apresentava-Se emoldurada dentro de uma luz dourada. Bruno olha para Ela, atraído por Sua beleza fascinante. Embora envolta por tão intensa luz, não sente seus olhos machucados, apenas extasia-se naquele mergulho na supernaturalidade.
Uma intensa fragrância de rosas e lírios tomou conta do lugar. A forma feminina estava descalça e trazia um livro de capa escura sobre o peito: A Bíblia! Bruno percebe que, com Sua mão esquerda, a visão aponta para algo próximo a seus pés. "Eu olhei no chão e vi um pano preto e sobre ele uma cruz quebrada".
Cornacchiola pensa que o pano preto, semelhante a uma beca rasgada, junto com a cruz quebrada, simbolizavam a liturgia e outros sinais sagrados que muitos religiosos têm descartado. "Meu primeiro impulso", prossegue, "foi chorar, pois eu não conseguia dizer uma única palavra." Naquele momento, a Mãe do Verbo e Mãe de toda humanidade, dirige então estas palavras a seu perseguidor:
"Sou aquela que está na Trindade Divina. Sou a Virgem do Apocalipse [ou da Revelação]. Tu me persegues. Mas agora, basta! Entra para o santo redil, a corte celeste na Terra. Obedece à autoridade do Papa. A promessa de Deus permanece inalterada: você está sendo salvo por ter guardado e observado as Nove Primeiras Sextas-feiras dedicadas ao Sagrado Coração de Jesus. Você atendeu à solicitação de sua fiel e amorosa esposa antes de fazer suas errôneas escolhas".
"Tu irás até o Santo Padre, o Supremo pastor de todos os cristãos. Dar-lhe-ás pessoalmente a ele Minha mensagem"
Parte das palavras da Virgem
do Apocalipse eram dirigidas
a Bruno e aos fiéis, e outra
parte dizia respeito unicamente
ao Santo Padre, portanto, um
segredo que deveria ser
confiado exclusivamente a ele
A essas palavras, Bruno sente-se suspenso, quase imerso em um estado pleno de felicidade em sair deste mundo. Ao mesmo tempo, um indefinível e misterioso perfume inunda todo o lugar, como a purificar a suja terra da gruta, então miseravelmente contaminada pelo pecado de muitos encontros ilícitos de pessoas que nela se ocultavam para cometerem adultérios, praticarem o crime do aborto e outros pecados da carne.
Em amorosa atitude maternal, a celestial Senhora conversou longamente com aquele filho, agora prestes a voltar para Deus. Parte de Suas palavras eram dirigidas a ele e aos fiéis, e outra parte dizia respeito unicamente ao Santo Padre, portanto, um segredo que deveria ser confiado exclusivamente a ele. Então, a Santíssima Virgem continuou:
"Quero dar-te a prova absoluta da realidade divina com a qual tu te deparas e, com issso, excluas qualquer outro motivo que não seja a verdadeira razão desse encontro. Este é o sinal: Cada vez que tu cumprimentares um padre na igreja ou na rua, tu lhe dirás: 'Padre, preciso falar com o senhor." Se ele responder: 'Ave Maria! - Meu filho, o que desejas?', implora-lhe para que pare, pois ele é o sacerdote escolhido por Mim. Tu lhe dirás o que teu coração ditar e lhe obedecerás. Na verdade, ele te guiará para um outro sacerdote, dizendo: 'Este é o padre ideal para ti' Depois, tu irás até o Santo Padre, o Supremo pastor de todos os cristãos. Dar-lhe-ás pessoalmente a Minha mensagem. Eu te mostrarei alguém que te levará até o Papa. Algumas pessoas do teu relacionamento não acreditarão em ti, mas não te incomodes com isto".
Naquela noite, Bruno se ajoelharia aos pés de sua esposa, contar-lhe-ia tudo e lhe imploraria perdão por toda violência e pelo caminho tortuoso que tinha tomado.
"A Santíssima Mãe foi minha professora, Aquela que me deu uma incomparável e sólida educação catequética, auxiliando-me a ser Sua testemunha"
O vidente realizou inúmeras conferências desde o Canadá até a Austrália, contando a história de sua conversão.
A Senhora disse estas palavras com indizível bondade e serenidade maternal. Depois, a encantadora dama virou-Se, mostrando Seu manto verde. Lentamente, moveu-Se em direção à Basílica de São Pedro.
Bruno, extático, percebeu que a Virgem tinha baixado seu olhar compassivo, apiedando-Se sua extrema pobreza para dar-lhe orientação, força e conforto.
O título de "Virgem do Apocalipse" não só é novo e maravilhoso para a Mãe de Deus, mas também altamente teológico. De fato, confirma todos os privilégios com base na palavra revelada e atribuída a Ela ao longo dos séculos.
Cornachiolla afirmou: "a Santíssima Mãe foi minha professora, Aquela que me deu uma incomparável e sólida educação catequética, ajudando-me a ser testemunha." Por isso, logo que Se manifestou a ele, após a saudação, disse-lhe com um doce sorriso:
"Tu me persegues. Agora basta! Entra no sagrado redil, no Celestial Tribunal sobre a Terra".
E com isso, mostrava o único caminho para a salvação, deixado por Seu Filho há dois mil anos, a Igreja Católica Apostólica Romana, que Bruno tinha abandonado.
"As Ave Marias que tu recitas com fé e amor são como setas douradas que penetram o Coração de Jesus"
Procissões passaram a ser realizadas em honra à Virgem do Apocalipse
Pouco mais de dois anos mais tarde, em 9 de Dezembro de 1949, Bruno fez parte de um grupo convidado a rezar o rosário com Pio XII, em sua capela privada. Após o rosário, o Papa perguntou se alguém queria falar com ele. Bruno entrou imediatamente e, ajoelhando-se a seus pés, com lágrimas de sincera compulsão, mostrou a adaga com a qual ele intencionava matá-lo, e tambem entregou-lhe sua Bíblia protestante. Bruno implorou perdão ao Papa e Pio XII imediatamente o perdoou sem hesitações.
Assim, essa tão singela, porém extraordinária manifestação da Santíssima Virgem, transformou para sempre a vida de Bruno. Uma vez desintegrados seu orgulho e sua obstinação, o antigo comunista passou a fazer grandes progressos e caminhou rapidamente no caminho da Verdade. O contato com a Mãe de Jesus acendeu-lhe o intelecto e reforçou sua vontade, sem alterar suas características pessoais.
Seu temperamento impetuoso ainda permaneceu com ele, mas foi direcionado para verdadeiros valores evangélicos e atividades espirituais.
Primeiramente, Bruno reconheceu o seu pecado e voltou-Se para Ela, a Imaculada, rogando perdão e força para a sua futura missão na vida. Sabendo que Seu Filho veio para pecadores como ele próprio, compreendeu porque a Santíssima Virgem tanto pede insistentemente a todos para que rezem e recitem o Rosário.
"Reza sempre e nunca deixes de recitar o Santo Rosário diário pela conversão dos pecadores e não-crentes e também pela Unidade dos Cristãos. As Ave Marias que recitas com fé e amor são como setas douradas que penetram o Coração de Jesus".
"Com esta terra antes cheia de pecados Eu operarei milagres pela conversão dos incrédulos"
Carlo Mancuso, meirinho municipal, o primeiro de muitos outros casos a ser agraciado com uma cura milagrosa por intercessão da Virgem do Apocalipse
Convém ressaltar que a gruta onde a Santíssima Virgem manifestou-Se a Bruno Cornacchiola e, anteriormente, também a Luigina Sinapi, tinha se tornado um antro de prostituição e criminalidade. Quando Luigina em 1927 avistou a Santíssima Virgem, próximo a Seus pés havia no chão o esqueleto de um bebê abortado, cujo corpo fora jogado naquele lugar.
É interessante ressaltar ainda que a uma curta distância daquela gruta, no sopé da colina, encontra-se a Igreja de São Paulo, que fora um perseguidor dos cristãos e, em seguida, apóstolo dos gentios, depois de sua conversão, quando Cristo manifestou-Se para ele às portas de Damasco. Segundo a tradição, São Paulo foi martirizado naquele local durante o tempo de Nero. Sua cabeça, decapitada por uma espada caíra ao chão e três vezes rolou quando, prodigiosamente, surgiu água a partir daqueles três lugares. Por isso aquele sítio foi denominado "Três Fontes".
Também Bruno Cornacchiola, outro perseguidor da Igreja, ali, tão próximo do lugar do martírio do apóstolo, é chamado a tornar-se um defensor da Fé, através de Maria, a Mãe a quem quis insultar nesse mesmo dia a Ela consagrado, o sábado, oitava da Páscoa.
Assim como Paulo, Bruno recebe do Céu a mesma missão, através da própria Virgem e torna-se sinal para seus irmãos. Ao longo de sua vida realizou seminários, encontros e palestras para pessoas de outras crenças e ex-católicos.
A própria Virgem tinha prometido:
"Através deste local até então sujo pelo pecado Eu operarei milagres para a conversão dos incrédulos."
A gruta de Tre Fontane transformou-se também num local de peregrinação de papas. Por lá passaram os Papas Pio XII, João XXIII, Paulo VI e João Paulo II que foram buscar, no amor e na proteção da Mãe da Igreja, a força necessária para a segura condução da barca de Pedro nas tempestuosas águas de nossos tempos.
A Virgem confirma o dogma: "Meu corpo não poderia ter perecido. Meu Filho O reclamou no momento de minha morte"
A Santíssima Virgem confirma o
dogma da Assunção: "Meu perecível
corpo não chegou a perecer. Meu
Filho O reclamou no momento de
minha morte"
Em Sua amorosa e maternal benevolência a Santíssima Virgem também quis revelar Seu Filho nos mistérios de Suas íntimas ligações com a Santíssima Trindade:
"Meu perecível corpo não chegou a perecer. Meu Filho O reclamou no momento de minha morte."
Essa afirmação, portanto, é confirmada no dogma da Assunção a sustentar que a Mãe de Deus, no fim de Sua vida terrena foi elevada em corpo e alma à glória celestial. Este dogma foi proclamado ex cathedra pelo Papa Pio XII, no dia 1º de novembro de 1950, por meio da Constituição Munificentissimus Deus:
"Depois de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do Espírito da Verdade, para glória de Deus onipotente, que outorgou à Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória do céu".
O Novo Catecismo da Igreja Católica declara: "A Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos" (n. 966).
Sobre essa verdade de Fé proclamada unicamente pela Igreja Católica, conferir a predição do próprio Jesus, duzentos anos antes, em Sua manifestação à Madre Mariana de Jesus em MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA EM QUITO, EQUADOR, (1594).
Portão da paz
Imagem atual do Santuáio da Virgem do Apocalipse
Em 12 de maio de 1956 teve início a construção do santuário na gruta. A estátua foi feita de Nossa Senhora eo Papa Pio XII que a abençoou.
Em 23 de fevereiro 1982, a Santíssima Virgem apareceu novamente a Bruno:
"Desejo que seja construída aqui uma casa-santuário dedicada a Mim sob a invocação de Virgem do Apocalipse, Mãe da Igreja. Minha casa será aberta a todos, de modo que todos possam entrar, encontrar a salvação e serem convertidos. Aqui o sedento e o pecador virão rezar. Aqui eles encontrarão amor, compreensão, consolo e o verdadeiro significado da vida. Aqui, nesta gruta, onde tenho aparecido várias vezes, será um santuário de expiação, como um purgatório na terra.
"Ela terá um portão, com o significativo nome 'Portão da Paz'. Todos que entrarem por ele se cumprimentarão uns aos outros com a saudação de paz e de unidade."
Milagre do sol e constantes manifestações de
graças, interiores e exteriores
Fiéis em oração diante da imagem da
Virgem do Apocalipse
Conforme profetizara a Virgem do Apocalipse, "muitas manifestações e graças, interiores e exteriores" iriam ocorrer. E como nas vezes precedentes, essa profecia também se cumpriu à risca.
No dia 12 de abril de 1980, mais de 3 mil pessoas assistiram estupefatas, durante a missa e, mais precisamente, no momento da consagração, o disco solar mudar de forma e de cor e apresentou as mais extraordinárias figuras.
O fato se repetiu em 12 de abril de 1982. Aproximadamente dez mil pessoas presentes na missa, concelebrada no novo santuário, testemunharam o céu e o sol mudarem sobrenaturalmente seu espectro de cores e uma grande esfera branca radiante passar pela gruta. Esses sinais foram testemunhados pelo próprio Secretário de Estado do Vaticano.
Desde a primeira aparição em 1947, sinais e conversões continuam ocorrendo, especialmente a cada dia 12 de abril, data de aniversário da primeira aparição. Muitas curas milagrosas têm sido reivindicadas por pessoas que, a pedido da Virgem, tocaram com fé sobre a terra da gruta. O primeiro "milagre do sol" foi relatado em Il Tempo (Um grande jornal diário, em Roma, Itália).
Conclusão
Bruno faleceu em 22 de junho de 2001
fiel à sua conversâo. Ainda velhinho,
era visto solitário diante do altar
a recitar seu rosário diariamente
Assim, a Virgem do Apocalipse veio pessoalmente confirmar o que Seu Filho já o determinara a Seu tempo.
Diz a Virgem do Apocalipse: "Entra para o santo redil, a corte celeste na Terra".
Disse Jesus: "Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus" (Mt 16,19).
Portanto, a Igreja Católica é é verdadeiramente o santo redil terreno de Cristo.
Diz a Virgem do Apocalipse: "Obedece ao Papa, o supremo pastor de todos os cristãos".
Disse Jesus: "E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16,18).
Portanto, por mais que os ventos fustiguem a Casa do Senhor, Ele próprio continua sendo seu eterno penhor.
1951: O Papa Pio XII também foi testemunha direta do "giro do sol", ocorrido nos jardins do Vaticano. A capa da revista "Domenica del Corriere", do dia 28 outubro de 1951 apresenta uma ilustração referente ao episódio.
Na legenda, lê-se que o Papa Pio XII, em 1950, enquanto caminhava a pé sozinho nos jardins do Vaticano, por três vezes viu o esplendor do fenômeno do sol que se transformou num disco de prata e projetou feixes de luz em todas as direções com alterações de cores. O mesmo fenômeno maravilhoso manifestou-se em vários anos atrás, precisamente na aldeia de Fátima e, por duas vezes, sobre a gruta de Tre Fonte.
Testemunho de Bruno Cornacchiola grafado por ele próprio na parede da gruta. Os escritos referem-se ao episódio sobrenatural da Virgem do Apocalipse que Se apresentou simultaneamente a ele e a seus três filhos
Projeto de construção do santuário
Uma das primeiras matérias publicadas em
periódicos da época
Documentação fotográfica
(dezembro de 1947)
Cartão postal de Tre Fontane
Celebração realizada na gruta de Tre Fontane
Bruno Cornacchiola, tocado pela graça
do Espírito Santo através da
Santíssima Virgem da Revelação
Obras de consulta e Anotações:
1- No século XVII, o jansenismo (heresia que constituiu uma corrente semi-protestante no interior da Igreja. Era de um rigorismo hirto (duro) e despropositado. Foi instituída pelo holandês Cornélio Jansênio, bispo de Ypres (1636). Sua teologia negava a infinita misericórdia de Deus e defendia a predestinação. Tal heresia foi condenada por diversos Papas, entre eles Inocêncio X, pela bula papal Cum occasione (1653). A principal característica dessa heresia consistia no fato de que se tornava uma espécie de protestantismo mitigado, infiltrado dentro da Igreja, causava grandes danos entre os fiéis. Destruía nas almas a noção da misericórdia de Deus e da confiança filial que devemos ter em relação ao Pai Celeste, inculcando um temor desprovido de amor, inclinando os católicos a fugir dos Sacramentos, sobretudo da Sagrada Eucaristia. Foi então que Nosso Senhor Jesus Cristo manifestou-Se a Margarida Maria Alacoque, jovem religiosa da Ordem da Visitação, para transmitir sua mensagem de misericórdia e confiança, expressa no Coração humano e divino do Verbo Encarnado. O culto ao Sagrado Coração de Jesus obteve a partir de então grande impulso e alastrou-se por toda a Igreja. Infelizmente, com a descristianização geral, hoje essa devoção aliás, como tantas outras perdeu praticamente todo o seu sentido de adoração, reparação e petição, tão necessários nos nossos tempos. (Cf. http://www.projetocrescer.net/osantodasemana_.asp?artigo=28).
2- The Virgin of the Revelation - Tre Fontane - Roma" by the "Shrine of "Virgin of the Revelation, Mother of the Church", 36 Chittering Rd, Bullsbrook, Western Australia, 6084.
Cf. TRUE & NEGLECTED APPARITION. TRE FONTANE, ROME 1947 - http://www.unitypublishing.com/Apparitions/TreFontane.html.
Cf. Apparizione di Itri (LT), 15 agosto 1935, alla serva di Dio Luigina Sinapi (1916-1978) e le Tre Fontane di Roma - http://www.mariadinazareth.it/home%20page.htm
Cf. Paróquia N. S. da Penha. Testemunhos de conversão. Testemunho e conversão de um ex-adventista. http://www.paroquiadearacariguama.com.br/11_Artigos/Artigos_test-conver.html
Cf. In Defense of the Cross. The Virgin of the Revelation.
http://www.indefenseofthecross.com/Virgin_of_Revelation.htm
Cf. Missioneras de La Divina Revelación. http://www.divinarivelazione.org/esp/
Cf. La Vergine della Rivelazione è apparsa alle Tre Fontane - http://trefontane.altervista.org/index.html
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domingo, 5 de abril de 2026
sexta-feira, 3 de abril de 2026
sexta-feira, 27 de março de 2026
28 de março As Aparições de Dozulé-França a vidente Madeleine Aumont

As Aparições de Dozulé-França
Edição e narração do vidente Marcos Tadeu Teixeira
A VIDENTE MADELEINE AUMONT
1° Aparição - VÓS FAREIS CONHECER ESTA CRUZ E VÓS A CARREGAREIS
Terça-feira - 28 de Março de 1972
4:35 hs da manhã - Haute Butte
Madalena Aumont:
Eis a terça-feira da Semana Santa de 1972.
O meu marido partia para o trabalho às 4h30 da manhã.
Tal como na véspera e nos dias precedentes, levantei-me, e desci para ir fechar a porta atrás dele. Subi de novo e abri a janela.
O céu estava coberto de nuvens grandes que andavam depressa do Nordeste ao Sudeste. Fazia muito vento. Não chovia, o tempo estava bastante claro. Devia de ser lua cheia. Eu olhava para o céu, as nuvens tão grandes que corriam.
Preparava-me para rezar a oração à Santa Trindade. Ainda não tinha começado a primeira palavra.
De repente, ao fundo do horizonte um pouco à minha direita, vi uma enorme claridade.. O horizonte estava todo iluminado tal como por um relâmpago quando há uma tempestade. Mas a claridade perdurou, enquanto que o relâmpago não dura mais do que um segundo.
Tive medo.
Empurrei a janela e voltei-me a deitar. Cobri-me toda para não ver mais nada.
Ao fim de oito a dez minutos mais ou menos, assentei-me na cama. Não havia mais claridade através da janela. Ela era tão intensa que a teria visto sem me mexer.
Então levantei-me e voltei à janela. Não havia absolutamente nada.
Alguns instantes depois vi ,de novo, algo que formava no céu, no mesmo sítio onde eu tinha visto a claridade.
Uma a uma cada coisa se formava, eis como :
A base, os braços, o cimo , tudo se formava devagarinho e ao mesmo tempo, e tudo se ia juntar no centro da Cruz.
Quando a Cruz estava acabada, ela era imensa, maravilhosa, mais radiosa que a luz do dia, toda simples, toda direita, um pouco maior que a Cruz do Calvario de Dozulé quando a vejo de perto.
Ela era impressionante mas maravilhosamente bela, suave quando olhávamos para ela, e portanto a sua claridade era tão forte que nos cegava.
Oh ! Que vista maravilhosa sobre a pequena colina em frente de minha casa, na terça-feira dia 28 de Março entre as 4h30 e as 4h50 da manhã.
Só havia a cruz. O Cristo não estava lá.
Sobre a pequena colina, o conjunto que eu via tinha a forma do Calvário.
Após alguns segundos, ouvi estas três palavras :
"Ecce Crucem Domini." ( Eis a Cruz do Senhor)
Estas três palavras soavam como dentro duma igreja. Elas ecoavam, elas eram sonoras. Parecia-me que elas eram ditas para o mundo inteiro e que o nosso globo tinha tremido ao som desta voz grave.
Esta imensa Cruz, esta voz no meio da noite, eram impressionantes.
Depois fiz o Sinal da Cruz.
A Cruz maravilhosa ainda estava presente à minha frente, imensa e bela. Oh ! Como ela era bela com a sua luminosidade. Eu nunca tinha visto algo de tão belo e de tão luminoso.
A seguir ouvi alguém que falava ao meu lado. Era uma voz tão doce. Nunca ninguém sobre a terra me tinha falado tão devagarinho e tão dócil.
Pensei que era Jesus.
Eu ouvi :
"Vós fareis conhecer esta Cruz e vós a carregareis."
Alguns segundos depois, tudo desapareceu de repente.
Quando ela apareceu, foi-se formando devagarinho, mas quando desapareceu foi de repente, depois não vi mais nada.
Na Quinta-feira Santa, quando me fui confessar, disse-o ao Senhor Padre.
Ele insistiu um pouco em saber; porque três dias antes eu tinha-lhe perguntado o que queria dizer :
"Ecce Crucem Domini. "
Se ele não tivesse insistido em saber, penso que não lhe teria dito ainda. Portanto ele devia de sabê-lo. Sem dúvida, estas três palavras eram-lhe destinadas e eu devia dizer-lhe tudo. Não tinha dúvida alguma sobre a sua descrição. Um padre têm de guardar segredo.
Portanto ,acho que, todo o mundo devia de o saber.
O Senhor não se mostrou e não falou para uma só pessoa.
Eu tinha dito ao Padre L’Horset ( o padre da paróquia em 1972), para não contar este momento a ninguém. Mas um pouco mais tarde, eu disse-lhe : "Deixo-lhe a liberdade de falar com quem pensa que seja necessário, mas peço-lhe que o meu nome não seja revelado."
Se desejo que o meu nome não seja revelado, não creia que seja por vergonha, escrúpulo, pudor, não.
Mas tudo isto me foi dado por Jesus o Todo-Poderoso.
Eu mesma não tenho nada, não tenho nenhuma capacidade, nenhum poder, o meu nome não é nada.
Não é a mim que têm de dar importância neste caso.
É Deus, Jesus, O Espírito Santo, que é tudo, que pode tudo.
Eu receio que na rua as pessoas me vejam como um fenômeno, um ser extraordinário, para quem se aponta com o dedo e se diz : "Foi esta que viu a Cruz de Jesus, e que ouviu as suas palavras…"
Eu não tenho nada a ver com tudo isto.
Eu não sou mais do que uma simples criatura , e é por isso que não quero que isto seja publicado, por causa do meu nome que não é nada.
"Vós fareis conhecer esta Cruz."
…Sem dúvida pelas minhas palavras, relembrar às pessoas que encontro que Jesus sofreu para nos salvar, que eles se lembrem :
- Que a Sua Cruz é um triunfo,
- Que a Sua Cruz é a nossa única esperança,
- Que a Sua Cruz deve estar sempre presente em nós, nos nossos corações,
- Que a Sua Cruz está sempre erguida sobre o universo.
Oh ! Cruz querida de Jesus que foi manchada de sangue para salvar todos os homens !
Acreditem, é com o coração e com fé que eu falarei de JESUS e da SUA CRUZ.
E também :
"Vós a carregareis."
As vezes é muito difícil carregar com a cruz.
Quer dizer de aceitar todas as misérias, todas as tristezas, todos os problemas, todos os fracassos do dia a dia, todos os sofrimentos. Sim, é muito difícil.
Mas, quando temos a certeza que Jesus existe, que Ele está Vivo, que Ele está presente, a cada instante na nossa vida, que a Sua Presença se faz tanto sentir, que isto deva de suavizar todas estas misérias, todas estas tristezas, todos estes problemas, todos estes sofrimentos.
Não sofreu Jesus Ele-mesmo por todos nós ?
E a que sofrimentos físicos e morais foi Ele submetido. Ele foi batido, escorraçado, cuspiram-Lhe na cara, deram–Lhe vinagre a beber, e neste estado lamentável, Ele disse :
"Pai perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem."
Quem de nós teria a coragem, num tal momento, de perdoar ao seu carrasco ?
Era necessário que fosse Jesus que aceitasse tanto sofrimento para salvar a Humanidade.
Com este pensamento, os nossos olhos arrasar-se-ão de lágrimas.
Portanto, quantas pessoas ignoram Jesus, esquecem Jesus.
Ninguém pensa na Cruz de Jesus, que domina o mundo, essa imensa Cruz, maravilhosa, resplandecente de Luz que aparece no horizonte.
Símbolo de poder, a Cruz domina o nosso mundo.
Este mundo tão pequenino ao lado do Poder de Deus.
Todos deveríamos tremer perante tal espectáculo.
Tudo o que existe aqui em baixo não é nada, comparado com o que vi e ouvi na manhã do dia 28 de Março, às 4h35 da manhã.
"Desde este dia 12 de Abril de 1970, para mim, é a Ressurreição"
"...Uma presença que não pertencia a este mundo." 1ª visita de Jesus.
1ª Aparição, dia 28 de Março 1972, Haute-Butte 2ª visita.
"Vós fareis conhecer esta Cruz e vós a carregareis."
2ª Aparição, dia 8 de Novembro 1972, Haute-Butte 3ª visita.
"Chegou o momento de salvar todos estes pecadores que não amam Jesus"
3ª Aparição, dia 7 de Dezembro 1972, Haute-Butte 4ªvisita.
"Dizei ao padre para que faça erguer neste sítio
a Cruz Gloriosa e junto dela um Santuário."
4ª Aparição, dia 19 de Dezembro 1972, Haute-Butte 5ª visita.
"Vós vereis esta Cruz por mais três vezes."
5ª Aparição, dia 20 de Dezembro 1972, Haute-Butte 6ª visita.
"Dizei ao padre que a Cruz Gloriosa, erguida neste local,
seja comparável a Jerusalem."
6ª Aparição, dia 21 de Dezembro 1972, Haute-Butte 7ª visita.
" Achai três pessoas e juntos declamai o rosário para a elevação da
Cruz Gloriosa aqui, no limite do território de Dozulé."
7ª Aparição, dia 27 de Dezembro 1972, junto à igreja que 8ª visita.
ela tinha ornamentado de flores,para um casamento
"Não tenhais medo, Eu sou Jesus de Nazaré, o Filho do Homem ressuscitado."
8ª Aparição, dia 12 de Junho 1973, capela St Joseph 9ª visita.
"Fazer erguer a Cruz Gloriosa e o Santuário da Reconcilião."
9ª Aparição, dia 6 de Julho 1973, capela de St Joseph 10ª visita.
"A serva do Senhor terá falado numa língua que lhe é estrangeira."
10ª Aparição, dia 7 de Setembro 1973, capela St Joseph 11ª visita.
"Alegrai-vos, alegrai-vos incessantemente com o Senhor, como a serva do Senhor aqui presente cheia de Alegria com a Luz que ela descobre."
11ª Aparição, dia 5 de Outubro 1973, capela St Joseph 12ª visita.
"Piedade meu Deus " " A Cruz Gloriosa deverá ser comparável à cidade de Jerusalém pela sua dimensão vertical (738 metros). Ela deverá ser muito reluzente."
12ª Aparição, dia 2 de Novembro 1973, capela St Joseph 13ª visita.
"Dozulé é doravante uma cidade benzida e sagrada."
13ª Aparição, dia 4 de Janeiro 1974, capela St Joseph 14ª visita.
"Porque é que vós tendes medo? Porque é que vós duvidais? Eu estou aqui !"
14ª Aparição, dia 1de Março 1974, capela St Joseph 15ªvisita.
"Alegrai-vos pois está próximo o tempo em que o Filho do Homem
voltará na Glória."
15ª Aparição, dia 5 de Abril 1974, capela St Joseph 16ª visita.
"A Cruz Gloriosa purificará todos os pecados."
16ª Aparição, dia 3 de Maio 1974, capela St Joseph eu visito-vos
"Apressai-vos em fazer erguer a Cruz Gloriosa no seu lugar." pela 17ª vez.
17ª Aparição, dia 31 de Maio 1974, capela St Joseph
"Eu sou Miguel o Arcanjo." "Eu sou Jesus de Nazaré o Filho do Homem
Ressuscitado de entre os mortos." "Pedi uma vela. Pouse-a acesa. Que todos os que venham a esta capela vos imitem."
18ª Aparição, dia 5 de Julho 1974, capela St Joseph
"Jesus apareceu."
Dia 19 de Julho 1974 : "Descoberta da àgua na cova."
19ª Aparição, dia 3 de Agosto 1974, "Sítio da Cruz" Haute-Butte
"Vinde todos em procissão e não temeis de vos lavar. Esta àgua
não é duma nascente. É uma àgua que vem da terra."
20ª Aparição, dia 6 de Setembro 1974 , capela St Joseph
"Não vos lamenteis."
21ª Aparição, dia 1o de Novembro 1974, capela St Joseph
"Depois destes dias de aflição, aparecerá então no céu,
o Filho do Homem Ele-mesmo."
22ª Aparição, dia 14 de Fevereiro 1975, capela St Joseph
"O Senhor apareceu-me... Ele não me disse nada."
23ª Aparição, dia 21 de Fevereiro 1975, capela St Joseph
"Dizei ao padre que é em nome de Deus e por Ele que vós profetizastes."
24ª Aparição, dia 28 de Fevereiro 1975
"Esta geração é a mais hipócrita e a mais ruim."
25ª Aparição, dia 7 de Março 1975, capela St Joseph
"Esta cidade... benzida e sagrada será protegida..."
"Sejais humilde mas não aceiteis nenhuma ajuda para vós mesmos."
26ª Aparição, dia 14 de Março 1975
"Continuai Madeleine a orar, a fazer jejum e em abstinência."
27ª Aparição, dia 21 de Março 1975
"Começai amanhã uma novena"
28ª Aparição, dia 28 de Março 1975, na igreja de Dozulé
"É pela Cruz Gloriosa, sinal do filho do Homem,
que o mundo será salvo."
29ª Aparição, dia 11 de Abril 1975, capela St Joseph
"Dizei ao padre :
‘Quero que o mundo inteiro conheça a mensagem.’ "
30ª Aparição, dia 2 de Maio 1975, capela St Joseph
"Uma perpétua renovação."
31ª Aparição, dia 30 de Maio 1975, capela St Joseph
"Aqueles que virão arrepender-se aos pés da Cruz Gloriosa, eu os
ressuscitarei no Espírito do Meu Pai."
32ª Aparição, dia 27 de Junho 1975, capela St Joseph
"Dizei à freira que tenha a bondade de vir aqui sexta-feira."
33ª Aparição, dia 4 de Julho 1975, capela St Joseph
"Esta carta é dirigida ao chefe da Igreja..."
"...Vós, chefes das Igrejas, em verdade Eu vos digo, que é por esta Cruz erguida sobre o mundo que as nações serão salvas."
34ª Aparição, dia 19 de Setembro 1975, capela St Joseph
"Vós, padres e religiosas encarregues da Mensagem,
não deixais a Humanidade ir ao encontro da sua morte."
35ª Aparição, dia 5 de Dezembro 1975, capela St Joseph
"...Nesta vida, Satanás não terá mais poder sobre eles."
36ª Aparição, dia 25 de Dezembro 1975, Natal, capela St Joseph
"Uma novena" "1º dia"
"A humanidade não encontrará paz enquanto ela não
conhecer a Minha Mensagem e não a puser em prática."
37ª Aparição, dia 26 de Dezembro 1975, capela St Joseph
"2º dia"
"Eu multiplicarei de graças a alma dos padres e das religiosas, porque é através deles que a Minha Mensagem deverá ser conhecida."
38ª Aparição , dia 27 de Dezembro 1975, capela St Joseph
"3º dia"
"Guardarei perto do Meu Coração as almas piedosas e fiéis, porque elas reconfortaram - Me - ão no caminho do Calvário."
39ª Aparição, dia 28 de Dezembro 1975, capela St Joseph
"4º dia"
"Eu espalharei os raios da Minha Graça no momento em que eles
conhecerem a Minha Mensagem, aos pagãos e a todos aqueles que
ainda não Me conhecem."
40ª Aparição, dia 29 de Dezembro 1975, capela St Joseph
"5º dia"
"Eu atrairei à unidade da Igreja a alma dos hereges e dos apóstatas."
41ª Aparição, dia 30 de Dezembro 1975, capela St Joseph
"6º dia"
"Eu receberei na morada do Meu Coração as crianças e as almas humildes a fim que eles guardem um afeto especial do Nosso Pai dos Céus"
42ª Aparição, dia 31 de Dezembro 1975, capela St Joseph
"7º dia"
"Ides dizer ao magistrado desta cidade... que Deus o encarrega de devolver à
Igreja a terra de quem ela deve tornar-se proprietária."
43ª Aparição, dia 1 de Janeiro 1976, capela St Joseph
"8º dia"
"Eu aliviarei as almas do Purgatório. Meu Sangue apagará as suas queimaduras."
44ª Aparição, dia 2 de Janeiro 1976, capela St Joseph
"9º dia"
"Eu aquecerei os corações os mais endurecidos, as almas geladas, aquelas que ferem mais profundamente o Meu Coração."
44ª bis Aparição, dia 10 de Dezembro 1976, capela St Joseph, ao Gérard-
44ª ter Aparição, diâmetro da Cruz-42 metros.
44a quarto, dia 7 de Março 1977, 10 allée A. Daudet : Manus Domini...
44ª quinto, dia 19 de Março 1977, 4 allée A. Daudet : Sancto ducta flamine...
45ª Aparição, dia 1 de Julho 1977, capela St Joseph
"Ele dá Sua Graça a todos aqueles que O escutam e proclamam bem aventurado aqueles que dão a conhecer a Sua Mensagem e que a põe em prática." 1
46ª Aparição, dia 2 de Dezembro 1977, capela St Joseph
"Quereis ter a bondade de entregar os vossos manuscritos
ao padre designado pelo homem."
47ª Aparição, dia 3 de Fevereiro 1978, capela St Joseph
"Satanás seduz-vos. " " Vós, Madeleine, que sois o único sinal visível da Minha Mensagem, não caireis mais no erro."
48ª Aparição, dia 7 de Julho 1978, capela St Joseph
"É sobre esta montanha abençoada e sagrada, sítio que Ele escolheu,
que tudo se renovará."
49ª Aparição, dia 6 de Outubro 1978, capela St Joseph
"Pela terceira vez, Madeleine, Eu vos peço de ser o Meu Apóstolo em cumprindo a missão que Eu vos pedi. Não receies, vós sereis odiada por causa de Mim. Mas depois, filhos de luz se levantarão."
49ª bis Aparição, no principio de 1979
"Chegou o momento de o dizer ao meu marido." Sonhos.
50ª Aparição, dia 6 de Agosto 1982
"Jesus dá a Sua Graça a todos aqueles que dão a conhecer a Sua Mensagem"2
1 Canon 759 : " Em virtude do Batizado e da Confirmação os laicos são, através da palavra e do exemplo que dão da sua vida cristã, testemunhos da mensagem evangélica. Eles podem também ser chamados a cooperar com o bispo e com os padres, no exercício do ministério da palavra. " Código do Direito canónico promulgado por João Paulo II no dia 25 de Janeiro de 1983.
2 O primeiro padre autorizado a pregar foi St Augustin no século IV em Hippone (Argélia :Annaba).
O primeiro diácono autorizado a pregar, a seguir a St Ephrem da Síria no século IV, foi St Francisco de Assis, no século XIII.
E o Concílio Vaticano II " Apostolicam actositatem "que, por decréto do dia 18 de Novembro 1965, permite aos laicos " um apostolado mais intenso e mais largo "PauloVI e os Bispos do Concílio do Vaticano II.
Cruz Gloriosa e Santuário da Reconciliação
Unidade luminosa é o seu primeiro símbolo.
A sua seta eleva-se à mesma altura de Jerusalém, 738m, 6 x123 diz Jesus, e larga de 43 m, ela suporta braços de 123 m.
O interior da coluna de 30 m de diâmetro é um espaço livre, tal como o Santo dos Santos no tempo de Jerusalém.
Deus é UM, Único, o Messias Ressuscitado e a sua Cruz Gloriosa.
Dois anéis no chão, um de 333 m à volta da Cruz e outro de 288 m à volta do Santuário, marcam o espaço nupcial da união de Jesus e da Igreja.
Três é a estrutura metálica entrelaçada da Cruz. Os triângulos lembram-nos a Glória de Deus, as glórias radiosas dos nossos tabernáculos, dos nossos altares ou dos frontões das igrejas, onde está inscrito o nome de Deus. Javhé = Eu sou, aquele que um e três está acima de tudo. 3 são as rosáceas das extremidades da Cruz que onde o número de ouro determina as proporções.
Quatro é o dobro do quadrado das três estrelas da Ressurreição repetidas duas vezes em cada extremo da cruz. Estes doze quadrados recordam-nos o tétragrama de Deus: " Eu sou quem sou ". Mas também a encarnação onde Jesus é carne, quer dizer de terra, de água, de fogo e de ar. 4 elementos do mundo material mas também espiritual por cima dos " 4 viventes cobertos de olhos " Aparição 4, 6, os 4 querubins da Arca da Aliança, ou os 4 anjos da guarda dos evangelistas: o touro, a águia, o leão e o anjo.
Seis é o número do homem. É também o número das mensagens de S. Miguel. Ele surge nos hexágonos e nas estrelas de David ou de Carmel, nas estruturas metálicas da pequena coroa interior da Cruz.
É o algarismo da Redenção, do Servidor sofredor, filho de David, de José e de Maria. Ele " fez-se pecador por nós ", para nos livrar da " Besta ", a serpente original cujo " número é 666 ". Apoc 13, 18.
Oito é o símbolo do Messias Ressuscitado, tal como nas igrejas romanas da Auvergne.
Uma rosácea a norte com oito cruzes, está na fachada de Notre Dame de
Dozulé, igreja da paróquia, construída pelo Padre Durand, no século XIX. Esta estrela encontra-se situada no meio das 3 rosáceas das extremidades. Estrela de Belém, coroa de espinhos da Cruz, Cruz do Ressuscitado. É o número do Salvador, o Fiel e Verdadeiro, que Apo. 19, 11 é o vencedor da "Besta", de todo o sofrimento e de toda a morte. O sinalde Jesus Salvador é 888.
Doze é o símbolo do povo de Deus. Ele é oriundo das doze tribos de Israel e dos doze apóstolos de Jesus. A cruz é composta por 12 colunas de 738 m e de doze travessas de 123 +42+123 = 288 m.
Vinte e três barras unem estas 12 vigas de travessa entre 574 m e 615 m de altura. 23 são os números do Pequeno Sinédrio.
Vinte e quatro escadas seguram a Cruz, 12 elevam-se em direção ao céu e 12 vão de Este a Oeste, a 574 m de altura. As pequenas barras são de 10,78 m e a altura entre elas é de 13,63m. Relembramo-nos da escada de Jacob da Génese Gn. 28, 12 donde desciam e subiam os anjos de Deus. "É certamente, o Senhor, quem está aqui e eu não o sabia". "Que lugar temível! Ele à apenas a casa de Deus. É a porta do céu".
Cinquenta e cinco pequenas barras elevam-se em direção ao céu, nas 12 escadas da Cruz, 55 como o número das mensagens.
Setenta e um, número do Grande Sinédrio será o número de lugares para os sacerdotes No Adro das Nações.
Cento e cinquenta e três anéis circundam 12 pilares da Cruz. Anéis de Luz. Nuvens brancas de dia e luminosas de noite, pairam sobre os peregrinos, mas saem também da terra como uma oração de renda da Esposa de Deus, a mulher de Jesus, sua Igreja. Para Moisés, é uma Sarça Ardente, chamas de fogo no vento de Pentecostes. É uma pomba de asas abertas para o regresso de Cristo, como no seu baptismo. É a união do Esposo com a Esposa, de Cristo com a sua Igreja. Eles são o grande sinal da Paz.
S. João Apoc . 22, 17 e Madeleine Aumont, rezam:
" O Espírito e a Esposa dizem, vem. Amém. Vem Senhor Jesus ".
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O Santuário da Reconciliação, símbolo da unidade.
Jesus quer reconciliar e unir no seu Santuário, as igrejas dos 11 Apóstolos, de Matias, de Paulo, Barnabé, o apóstolo dos Apóstolos : Maria Madalena e a rainha dos Apóstolos Maria.
Este Santuário é um lugar santo, sagrado, santificado, consagrado. Como muitas catedrais, é inspirado na morada de Deus em S. João Apoc. 21-22.
A sua "medida humana", é o côvado. Tem 144 côvados de alto, de comprimento e de largura, o que significa a perfeição da caridade.
As suas paredes são de jaspe cristalino, castanho como a terra, e cristal transparente de luz.
É a " morada de Deus ", " a Cidade Santa ", " a Noiva ", " a Jerusalém Celeste " que " descende da casa de Deus ". A igualdade das 3 dimensões é simbólica da dádiva do céu vinda do " Alto ", do tamanho da caridade de Cristo, e da quantidade de Amor do Espírito Santo. Ela é ainda à imagem da Criação na Trindade de Deus, 3 vezes santos e da Encarnação do filho de Deus na doçura do sopro do Espírito Santo.
O Santuário é fundado assim, com a Igreja, nos 12 Apóstolos. Abre-se a toda as nações pelas 12 portas em forma de pérolas nas quais estão inscritos os nomes das doze tribos do Povo de Deus. Os 12 alicerces de pedras preciosas são todos diferentes, tal como os Apóstolos. Cada um dos Apóstolos possui uma das pedras do peitoral do Grande Padre que, para nós, é Cristo. Doze em hebraico significa " a procura da palavra ". É a procura bíblica e evangélica da Palavra de Deus. Cada porta do Santuário é guardada por um anjo. Haverá 3 anjos, como na Bíblia, mais os nove coros dos anjos: Serafim, Querubim, Trono, Dominação, Principado, Potestade, Virtude, Arcanjo, Anjo.
A cúpula coroa o Santuário. Este é, à imagem divina a " terra descendente do céu ", renovada por Deus. Ele tem 90 côvados de altura, seja 45 m. Jerusalém será no zénite do planisfério, O polo do mundo !
O Santuário com o aro de 1 m eleva-se a 123 m, comprimento dado por Jesus aos braços da Cruz. E a Cruz de Jerusalém, que lhe acrescenta mais 7 m ao cume, sustenta a seta do Santuário a 130 m (S. Pedro de Roma culmina a132,5 m). A Cruz implantada no lugar de Jerusalém, recorda-nos a 1ª igreja do mundo, e as 4 pequenas cúpulas, os 4 evangelistas ou as 4 primeiras dioceses - Roma, Constantinopla, Alexandria, Antioquia - da Igreja universal, única, santa, católica e apostólica .
J.C., D.B. 21 de Julho de 1998
A Cova da Purificação
Jesus pede um Santuário da Reconciliação I. Foram consultados numerosos arquitetos os quais se interrogam: que programa?
1) Aos pés da Gloriosa (3ª Aparição, 7 de Dezembro de 1972)
A geografia dos Outeiros indica naturalmente o pequeno Outeiro, larga plataforma quadrada a Este da Hautte Butte e ao Norte da Cova de Purificação. É o único lugar natural favorável, à dimensão da medida dada por St. Jean.
2) Um Santuário da Reconciliação ( 8ª Aparição, 12 de Junho de 1973)
Que quer Cristo? Quem reconciliar? E com quem?
a) " Esta carta dirige-se ao Chefe da Igreja " (33ª Aparição, 4 de Julho de 1975).
b) " Vós, chefes das Igrejas, na verdade digo-vos, é por esta Cruz erguida sobre o mundo que as nações serão salvas. "
Deus Pai, diz Jesus, deseja salvar as nações e dar a sua misericórdia. Ele precisa a Madeleine que o Espírito Santo, " o Consolador guia-vos ", 45ª Aparição, no dia 1 de Julho de 1977.
Esta Reconciliação é:
1) Salvação do Pai
1) Salvação do Pai
2) Misericórdia do Filho
3) Guia do Espírito Santo
O Pai quer salvar os blasfemadores, 10ª Aparição, 7 de Setembro de1973;
O Filho resgata os escandalosos,
O Espírito Santo guia no caminho certo - aqueles que se afastam de Deus e os arrependidos.
Jesus dirige-se à " humanidade inteira ". 35ª Aparição, 5 de Dezembro de 1975.
Portanto, o Santuário será um local santo:
1. da Reconciliação do chefe e dos chefes das igrejas,
2. da salvação das nações e de toda a humanidade,
3. dos pecadores, dos padres e das religiosas, das almas fiéis, dos pagãos,
4. " Atirarei à unidade da Igreja " hereges e dos apóstatas " diz Jesus.
5. das crianças e dos humildes e daqueles que persistirão até ao fim.
6. das almas do Purgatório, dos corações endurecidos, das almas geladas e "daqueles que magoam mais profundamente o meu coração" disse Jesus no dia 5 de Dezembro de 1975,
7. e mesmo daqueles sobre os quais satanás tem poder,
8. enfim, da "humanidade à beira do abismo."
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