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sábado, 18 de janeiro de 2014

Nossa Senhora de Gietrzwald - Polônia

Nossa Senhora de Gietrzwald - Polônia
27 de junho de 1877

Nossa Senhora de Gietrzwald e o poder da oração

Temos em nossas mãos o poder de mudar muitas coisas, rezando diariamente o Rosário. Uma aparição da Santíssima Virgem na Polônia nos dá disso um exemplo.

Infelizmente, hoje é muito comum encontrar paróquias que não têm pároco, ou várias paróquias cujo pároco é o mesmo. Obviamente isso traz como conseqüência dificuldades para as pessoas freqüentarem os sacramentos, horários de missa complicados, doentes sem assistência religiosa, e muitos outros problemas análogos. A tendência natural das pessoas é queixar-se, procurar um culpado, mas esquecemos que a solução desse tipo de problemas passa muitíssimas vezes por nossas próprias mãos. Como? Utilizando o poder da oração do Rosário. E a história das aparições de Nossa Senhora de Gietrzwald, no norte da Polônia, nos dá desse poder uma prova concreta.

Uma história tumultuosa

Poucas nações têm uma história mais tumultuada que a da Polônia. De antiga potência na região leste da Europa, e baluarte do catolicismo, passou no século XVIII por uma decadência moral espantosa, que chegou a extremos, como o fato de bispos imorais serem linchados pelo povo, e o próprio rei condecorar generais invasores inimigos. Nada estranho, pois, que o país tenha então desaparecido, repartido entre seus vizinhos. Mas foi justamente o choque e a humilhação dessa divisão que produziu um sobressalto religioso e um ressurgimento nacional.

Dois dos países que dividiram a Polônia — a Rússia cismática e a Prússia protestante — colocavam todo tipo de obstáculos para a renovação moral do país. Entre esses obstáculos estava o controle das paróquias, motivo pelo qual muitas ficavam sem pároco por períodos mais ou menos prolongados. Mesmo havendo sacerdotes disponíveis, estes não podiam cumprir suas obrigações. Parecia uma situação sem saída.

Justamente nesse momento deram-se as aparições de Nossa Senhora a duas meninas de 12 e 13 anos, entre os dias 27 de junho e 16 de setembro de 1877. A primeira das aparições ocorreu a Justyna Szafrynska, quando voltava com a mãe de um exame religioso para avaliar se estava preparada para a primeira comunhão. Passavam diante de uma árvore existente na frente da Igreja, quando a menina viu a Virgem. Surpreendida, mas tímida, decidiu voltar ao mesmo local no dia seguinte, com sua amiga Barbara Samulowska, de 12 anos. Logo que começaram a rezar ali o Rosário, viram uma “brilhante Senhora” sentada num trono, com o Menino Jesus em suas mãos, e rodeada de anjos. As meninas lhe perguntaram quem era, e Ela respondeu:

— Sou a Virgem Maria da Imaculada Conceição.

— E que deseja a Mãe de Deus?

— Desejo que rezem o Rosário todos os dias.

Numa das aparições seguintes, entre perguntas sobre se estas ou aquelas pessoas tinham se salvado, perguntaram se a Igreja na Polônia voltaria a ser livre, e se as paróquias da região receberiam párocos em breve. A resposta de Nossa Senhora foi muito clara:

— Sim. Se as pessoas rezarem com ardor, a Igreja não será oprimida e as paróquias abandonadas receberão sacerdotes em breve.

Esta resposta da Virgem difundiu-se pelo local, e as pessoas começaram a rezar o Rosário, não só individualmente, mas de modo especial em família e em público. E igualmente começaram as peregrinações ao local. É claro que as autoridades anticatólicas da zona fizeram de tudo para evitar essa renovação religiosa. Declararam ser tudo uma fraude, uma manifestação de nacionalismo, um perigo público para o Estado, e até obstáculo para o “progresso”. Os padres que defenderam ou apoiaram as videntes foram presos e multados por “espalhar falsidades”. Um dos que mais se distinguiu em difundir as aparições foi o capuchinho Honorato Kozminski, beatificado em 1988.
O Papa Paulo VI elevou a igreja de Gietrzwald a basílica menor em 1970


Mas as perseguições não conseguiram evitar que as pessoas continuassem rezando o Rosário. Pelo contrário, solidificavam as pessoas na sua determinação.

O bispo local procedeu conforme as normas sapienciais da Igreja nesses casos. Enviou delegados para investigar discretamente o que se passava e verificar a conduta das videntes. Sabendo que aumentava a recitação pública do Rosário, ordenou aos religiosos do local que rezassem também com o povo, dando ele próprio o bom exemplo. Seus delegados confirmaram que as meninas videntes se comportavam normalmente, e que nada nelas indicava desejo de ganhar notoriedade ou aproveitar de outra forma os acontecimentos.

Cinco anos depois, e graças à perseverança na reza do Rosário, a situação era completamente diversa. As paróquias tinham sacerdotes, a freqüência aos sacramentos se multiplicava, aumentaram as vocações nos mosteiros da região e houve notórias graças de conversão de pecadores. A recitação do Rosário em família tornou-se comum e permanece até hoje. Os próprios perseguidores da Igreja acharam melhor não mexer no caso, para evitar problemas maiores.

Se bem que o bispo diocesano tenha publicado no ano seguinte os resultados favoráveis do seu inquérito, e o Papa Paulo VI tenha elevado a igreja de Gietrzwald a basílica menor em 1970, foi somente em 1977, nas cerimônias comemorativas do primeiro centenário das aparições, que estas foram aprovadas oficialmente pelo bispo local.

Hoje podemos fazer o mesmo

O capuchinho Honorato Kozminski se distinguiu em difundir as aparições. Foi beatificado em 1988.


Nas minhas numerosas viagens de norte a sul do Brasil, fiquei muitas e muitas vezes chocado pela falta de clero e de sacramentos até em capitais, especialmente no mês de janeiro, durante as “férias” religiosas. É claro que a tremenda crise pela qual atravessa a santa Igreja tem parte nisso, e não pequena. Mas não podemos nós fazer algo para solucionar o problema? Não podemos organizar também a reza do Rosário?

A doutrina católica não muda, e Nossa Senhora, como boa mãe, sempre quer nos ajudar. Portanto, aquilo que ajudou a outros no passado pode nos auxiliar hoje também. Afinal, Deus é o Senhor da História, e é Ele que move os corações dos homens. Na procura de um sacerdote fervoroso para a cidade, paróquia ou instituição, vence quem consegue mover o Sagrado Coração a nos conceder o que pedimos. O que para nós pode ser ou parecer impossível, para Ele não o é. Nada é impossível para Deus.

E mover o Sagrado Coração está ao nosso alcance, por meio da Virgem Santíssima. Basta rezar com fervor, conforme a Virgem recomendou às meninas em Gietrzwald.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

AS APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA EM CASANOVA STAFFORA - 1947 - À VIDENTE ANGELA VOLPINI



acessem: http://www.apparitionstv.com/v22-09-2013.php#.UtVyP55dUZ7
FILME: VOZES DO CÉU 19 - AS APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA EM CASANOVA STAFFORA - 1947 - À VIDENTE ANGELA VOLPINI

07.02.2013 - PALESTRA APÓS A EXIBIÇÃO DO FILME -VOZES DO CÉU 19 - APARIÇÕES DE CASANOVA STAFFORA - 1947 - ITÁLIA

A Aparição de Nossa Senhora de Loreto - A casa da Sagrada Família transladada de Nazaré para Loreto - Ancona - Itália

10 de dezembro - Dia de Nossa Senhora de Loreto



FILME VOZES DO CÉU 10 - APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA EM LORETO - ITÁLIA - A CASA DA SAGRADA FAMÍLIA TRANSLADADA DE NAZARÉ PARA LORETO-ANCONA-ITÁLIA O SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA EM LORETO-ITÁLIA

Aparição de Nossa Senhora em Loreto.
Itália -1294

PINTURA REPRESENTANDO OS ANJOS CARREGANDO PELO CÉU A SANTA CASA DA SAGRADA FAMÍLIA


A Santa Casa de Loreto



 A santa casa de Loreto é a casa que testemunhou o grande mistério da Encarnação, quando o Arcanjo, resplandecente de luz, foi enviado do Céu à terra para trazer ao gênero humano a maior e mais consoladora nova.



Naquela casa morava uma donzela humilde e modesta; provavelmente nela nascera, era a casa de seus pais. Era virgem, e chamava-se Maria.

Foi ali que Jesus Cristo habitou, submisso a José e Maria, durante os trinta primeiros anos de sua vida mortal.

A casa foi milagrosamente transportada pelos anjos, no fim do século XIII.

A piedosa imperatriz Santa Helena fizera encerrar a santa casa de Nazaré num magnífico templo, conservando intacta a casa preciosa na qual a Sagrada Família habitara.

Em todos os tempos essa casa foi um santuário visitado pelos mais ilustres e santos personagens, entre os quais a História faz menção de São Luís IX, rei de França, que ali recebeu a sagrada comunhão, com extraordinárias consolações, no dia Anunciação de 1252.

Pouco depois, os muçulmanos do Egito irromperam no território da Palestina e destruíram o magnífico templo no qual se achava a santa casa de Nazaré, que assim ficou exposta a todas as profanações.

Deus subtraiu ao furor dos ímpios esse precioso santuário, por meio de um dos maiores prodígios de que a História faça menção.

 
E também atraiu, mais do que nunca, a atenção de toda a cristandade sobre um monumento tão digno de nosso respeito e veneração.

A primeira transladação se deu no dia 10 de maio de 1291.

Viu-se de repente perto de Terçado, na Dalmácia, uma pequena casa situada sobre um outeiro, onde jamais se tinha visto nem a mais simples choupana.

Mas a surpresa foi ainda maior quando se ouviram algumas pessoas afirmarem ter visto essa casa suspensa no ar, antes de pousar sobre o outeiro. Espalhando-se a notícia deste prodígio, o povo acudiu de todas as partes, examinou o edifício de perto, e notou com espanto que estava assentado sobre um terreno desigual, sem alicerces.

Além disso, à medida que penetravam no interior, novos objetos lhes excitavam a curiosidade: um altar, uma cruz, uma estátua de cedro representando Maria Santíssima com o Menino Jesus.

Entretanto, aí chega de repente nesse santuário o pároco do lugar, por nome Alexandre de Georgio, que se achava doente havia três anos, quase sem esperança de sarar.

Contou ele que lhe apareceu Maria Santíssima, que o curou e lhe disse que a casa recém-chegada no seu país era a mesma casa de Nazaré, onde, por obra do Espírito Santo, concebera o Verbo de Deus.

Não é fácil dar uma idéia da alegria do povo, vendo seu pastor repentinamente curado e ouvindo a narração da revelação que lhe fora feita por Maria Santíssima a respeito da excelência do Santuário com que todos foram favorecidos.

Nossa Senhora de Loreto


O governador da Dalmácia, Nicolau Frangipani, veio também visitar a santa casa. Admirado de tão maravilhosa transladação, mandou a Nazaré quatro comissários encarregados de verificar: 1) se de fato desaparecera a casa de Maria; 2) se alguém a tirou; 3) se os alicerces dela ali estavam; 4) se as dimensões dessas bases concordavam com as das paredes da casa transportada; 5) afinal, se a pedra de que era feita era a mesma.



Os delegados, chegados a Nazaré, adquiriram plena certeza de que a casa venerada na Dalmácia era realmente a de Maria e de José.



Não sabemos por que a Dalmácia perdeu tão depressa este precioso monumento. A transladação milagrosa para a Dalmácia não era senão o princípio dos prodígios que Deus queria fazer para atrair a atenção do mundo cristão sobre um objeto tão digno de veneração.

No dia 10 de dezembro de 1294, três anos e meio depois de ter aparecido na Dalmácia, a santa casa se elevou de novo nos ares.

Atravessando o mar Adriático, foi colocar-se no meio de um bosque de loureiros, a pouca distância da cidade de Recanati, na Marca de Ancona, três dias antes que o soberano pontífice Celestino V renunciasse à dignidade augusta de chefe da Igreja.

O bosque de loureiros no qual foi pousar a santa casa parece ser a origem do nome que lhe deu, de Nossa Senhora de Loreto.

Os primeiros chamados para contemplar este novo prodígio foram, como no nascimento do Salvador, simples pastores que velavam durante a noite, guardando seus rebanhos.

Uma luz extraordinária, que rodeava a santa casa, inspirou-lhes o desejo de ver de perto a causa do fenômeno.

Aproximando-se, ficaram admirados à vista de uma casa desconhecida e dos objetos religiosos que encerrava.

Cheios de profunda veneração, passaram o resto da noite em oração naquele lugar sagrado.

A fama deste acontecimento espalhou-se logo e atraiu grande número de espectadores e piedosos romeiros.

Em breve, este primeiro movimento da fé foi poderosamente favorecido pelos milagres e graças extraordinárias que ali se recebiam. Enquanto uma multidão de piedosos fiéis acorreu a esta nova fonte de graças, o inimigo do gênero humano se esforçava para as tornar inúteis, infestando aqueles lugares com os furtos e as rapinas, por cuja causa ia diminuindo o concurso dos piedosos fiéis. Deus, porém, remediou bem depressa este inconveniente com uma terceira transladação.



Oito meses depois da sua chegada ao bosque dos loureiros, a santa casa transportou-se de repente sobre um outeiro situado também a pouca distância da cidade de Recanati, lugar pertencente a dois irmãos de uma nobre família.



Mas como estes dois irmãos se armassem um contra o outro, excitados pela cobiça das ricas ofertas que ali se faziam, pouco faltou que banhassem com o próprio sangue aquela terra santificada com a presença da augusta habitação de Maria Santíssima.

Deus, porém, que não detesta menos as dissensões fraternas do que a cobiça, removeu ainda uma vez a santa casa para transportá-la a pequena distância, sobre um outeiro mais elevado.

Esta última transladação deu-se quase no fim de 1295, quatro meses depois que a santa casa havia chegado sobre o outeiro dos dois irmãos.




O lugar onde se acha o santuário da Santa Casa de Loreto fica no meio do caminho que conduz ao porto de Recanati. O outeiro sobre o qual pousou foi depois nivelado, e se acha agora no centro da cidade que ali se ergueu, e que tomou o nome de Loreto.

As múltiplas transladações da santa casa de Nossa Senhora não fizeram senão despertar cada vez mais a curiosidade e a devoção dos fiéis, não somente das províncias próximas, mas até dos países mais remotos, enriquecendo-se este augusto santuário com os mais preciosos donativos.

Quatro anos depois deste último e maravilhoso acontecimento, o concurso dos romeiros, já tão prodigioso, tornou-se ainda maior na ocasião do primeiro jubileu do ano santo, que se realizou em Roma em 1300.

A santa casa de Loreto foi depois encerrada em uma magnífica igreja, começada por Paulo II e concluída pelos seus sucessores.

O Papa Leão X imaginou os magníficos relevos em mármore branco, com os quais estão cercadas as paredes da santa casa.

Sixto V fez gravar na fachada, em caracteres de ouro, esta breve mas sublime inscrição: "Casa da Mãe de Deus. Onde o Verbo se fez Carne".

Pode-se dizer, sem contradição, que este santo lugar se tornou um dos mais privilegiados do mundo.

A igreja forma uma cruz latina, cujo centro é coroado por uma magnífica cúpula ornada de uma lanterna, que o peregrino saúda de muitas léguas, como o navegador saúda o farol que o vai dirigir para o porto.

Tudo quanto no Velho e Novo Testamento se refere ao Batismo, se acha representado ali.

Quatro estatuazinhas, de um lavor delicado, estão nos quatro cantos da pia batismal. A primeira representa a Fé, com esta divisa: "Ela não pode ser enganada". A segunda, a Esperança, com estas palavras: "Ela não pode ser abalada".

A terceira, a Caridade: "Ela não pode ser dividida". A quarta, a perseverança: "Ela não pode ser quebrada". Eis aí os maravilhosos efeitos do batismo e os grandes caracteres do cristão.

A santa casa tem 8,9 metros de comprimento por 3,8 metros de largura. As paredes não são de tijolos, mas de pedras duras de cor avermelhada, sobre as quais serpenteiam pequenos veios amarelos.

Nenhum alicerce sustenta a casa, cujas paredes descansam sobre a terra nua, e até, por causa de desigualdade do terreno, de um lado não tocam no chão.


O antigo telhado já não existe, as suas telhas foram colocadas debaixo do pavimento atual.

Uma peça do vigamento primitivo está ao nível do pavimento, onde, apesar de continuamente trilhada pelos pés dos peregrinos, não se estraga.

À esquerda da santa casa acha-se o santo armário. Ali se conservam duas pequenas tigelas que serviram, com várias outras, para os usos da Sagrada Família. São de barro cozido, de uma cor esbranquiçada, listradas de vermelho. Atrás do altar há uma pequena cômoda chamada "il santo camino", por causa da antiga chaminé colocada no fundo.

Ali se conserva uma terceira tigela que, por um feliz privilégio, escapou à espoliação francesa de 1797. Está coberta de lâminas de ouro, sobre as quais estão gravados os dois mistérios da Anunciação e da Natividade do Senhor.

Se bem que o tesouro, esvaziado pelas guerras e pelas pilhagens, tenha sofrido grandes desfalques, ainda tem com que surpreender. Nele se vê multidão inumerável de corações de ouro e de prata, de estofos preciosos, cálices, pérolas, diamantes, quadros, castiçais, relógios, anéis, cruzes, estátuas, vasos, custódias, coroas, colares, rosetas, lâmpadas e outros objetos preciosos.

É um belo espetáculo, o de todas essas riquezas oferecidas pelos pontífices e pelos reis, pelos príncipes e pelos cristãos de todos os países, ao Deus feito pobre para nos salvar, e à doce Virgem, nossa Mãe e dispensadora de todos os tesouros do Céu.




ALTAR NO INTERIOR DA SANTA CASA


INTERIOR DA SANTA CASA

Santuário de Loreto na Itália

 
 
 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

1 de janeiro - SANTA MARIA MÃE DE DEUS

SANTA MARIA MÃE DE DEUS
 
Solenidade de Santa María, Mãe de Deus

A Solenidade da Santa Maria Mãe de Deus é a primeira Festa Mariana que apareceu na Igreja Ocidental, sua celebração se começou a dar em Roma para o século VI, provavelmente junto com a dedicação –em 1º de janeiro– do templo “Santa Maria Antiga” no Foro Romano, uma das primeiras Iglesias marianas de Roma.

A antigüidade da celebração Mariana se constata nas pinturas com o nome de Maria, Mãe de Deus” (Theotókos) que foram encontradas nas Catacumbas ou antiqüíssimos subterrâneos que estão cavados debaixo da cidade de Roma, onde se reuniam os primeiros cristãos para celebrar a Missa em tempos das perseguições.

Mais adiante, o rito romano celebrava em 1º de janeiro a oitava de Natal, comemorando a circuncisão do Menino Jesus. 


Depois de desaparecer a antiga festa Mariana, em 1931, o Papa Pio XI, com ocasião do XV centenário do concílio de Éfeso (431), instituiu a Festa Mariana para em 11 de outubro, em lembrança deste Concílio, onde se proclamou solenemente Santa Maria como verdadeira Mãe de Cristo, que é verdadeiro Filho de Deus; mas na última reforma do calendário –após o Concílio Vaticano II– se transladou a festa para 1º de janeiro, com a máxima categoria litúrgica, de solenidade, e com título da Santa Maria, Mãe de Deus.

Desta maneira, esta Festa Mariana encontra um marco litúrgico mais adequado no tempo do Natal do Senhor; e ao mesmo tempo, todos os católicos começam o ano pedindo o amparo da Santíssima Virgem Maria.


O Concílio de Éfeso

No ano de 431, o herege Nestorio se atreveu a dizer que Maria não era Mãe de Deus, afirmando: 
“Então Deus tem uma mãe? Pois então não condenemos a mitologia grega, que lhes atribui uma mãe aos deuses”. 


Ante isso, reuniram-se os 200 bispos do mundo em Éfeso –a cidade onde a Santíssima Virgem passou seus últimos anos– e iluminados pelo Espírito Santo declararam: 

“A Virgem Maria sim é Mãe de Deus porque seu Filho, Cristo, é Deus”. 

E acompanhados por toda a multidão da cidade que os rodeava levando tochas acesas, fizeram uma grande procissão cantando: 

"Santa Maria, Mãe de Deus, roga por nós pecadores agora e na hora de nossa morte. Amém".

Do mesmo modo, São Cirilo da Alexandria ressaltou:

“Será dito: a Virgem é mãe da divindade?

A isso respondemos: o Verbo vivente, subsistente, foi engendrado pela mesma substância de Deus Pai, existe desde toda a eternidade... Mas no tempo ele se fez carne, por isso se pode dizer que nasceu de mulher”.

Mãe do Menino Deus
"Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo sua palavra"


É desde esse Fiat, faça-se que Santa Maria respondeu firme e amorosamente ao Plano de Deus; graças a sua entrega generosa Deus mesmo se pôde encarnar para nos trazer a Reconciliação, que nos libera das feridas do pecado.

A donzela de Nazaré, a cheia de graça, ao assumir em seu ventre ao Menino Jesus, a Segunda Pessoa da Trindade, converte-se na Mãe de Deus, dando tudo de si para seu Filho; vemos porque tudo nela aponta a seu Filho Jesus.

É por isso, que Maria é modelo para todo cristão que busca dia a dia alcançar sua santificação. Em nossa Mãe Santa Maria encontramos a guia segura que nos introduz na vida do Senhor Jesus, nos ajudando a nos conformar com Ele e poder dizer como o Apóstolo “vivo eu mais não eu, é Cristo quem vive em mim”.

Provas da Santa Escritura

Para iluminar com um raio divino esta verdade tão bela e fundamental, recorramos à Sagrada Escritura, mostrando como ali tudo proclama este título da Virgem Imaculada.

Maria é verdadeiramente Mãe de Deus.

Ela gerou um homem hipostaticamente unido à divindade; Deus nasceu verdadeiramente dela, revestido de um corpo mortal, formado do seu virginal e puríssimo sangue.

Embora, no Evangelho, Ela não seja chamada expressamente "Mãe de Cristo" ou "Mãe de Deus", esta dignidade deduz-se, com todo o rigor, do texto sagrado.

O Arcanjo Gabriel, dizendo à Maria: "O santo que há de nascer de ti será chamado Filho de Deus" (Lc 1, 35), exprime claramente que ela será Mãe de Deus.

O Arcanjo diz que o Santo que nascerá de Maria será chamado o Filho de Deus. Se o Filho de Maria é o Filho de Deus, é absolutamente certo que Maria é a Mãe de Deus.

Repleta do Espírito Santo, Santa Isabel exclama: "Donde me vem a dita que a Mãe de meu Senhor venha visitar-me?" (Lc 1, 43).

Que quer dizer isso senão que Maria é a Mãe de Deus? Mãe do Senhor ou "Mãe de Deus" são expressões idênticas.
S. Paulo diz que Deus enviou seu Filho, feito da mulher, feito sob a lei (Galat. 4, 4).

O profeta Isaías predisse que a Virgem conceberia e daria à luz um Filho que seria chamado Emanuel ou Deus conosco (Is 7, 14). Qual é este Deus? É necessariamente Aquele que, segundo o testemunho de S. Pedro, não é nem Jeremias, nem Elias, nem qualquer outro profeta, mas, sim, o Cristo, o Filho de Deus vivo.

É aquele que, conforme a confissão dos demônios, é: o Santo de Deus.

Tal é o Cristo que Maria deu à luz.

Ela gerou, pois, um Deus-homem. Logo, é Mãe de Deus por ser Mãe de um homem que é Deus e que, sendo Deus, Redimiu o gênero humano.

A Doutrina dos Santos Padres, a Tradição: 


Tal é a doutrina claramente expressa no Evangelho, e sempre seguida na Igreja Católica.

Os Santos Padres, desde os tempos Apostólicos até hoje, foram sempre unânimes a respeito desta questão; seria uma página sublime se pudéssemos reproduzir as numerosas sentenças que eles nos legaram.

Citemos pelo menos uns textos dos principais Apóstolos, tirados de suas "liturgias" e transmitidas por escritores dos primeiros séculos.

Santo André diz: "Maria é Mãe de Deus, resplandecente de tanta pureza, e radiante de tanta beleza, que, abaixo de Deus, é impossível imaginar maior, na terra ou no céu." (Sto Andreas Apost. in transitu B. V., apud Amad.).


São João diz: "Maria é verdadeiramente Mãe de Deus, pois concebeu e gerou um verdadeiro Deus, deu à luz, não um simples homem como as outras mães, mas Deus unido à carne humana." (S. João Apost. Ibid).

S. Tiago: "Maria é a Santíssima, a Imaculada, a gloriosíssima Mãe de Deus" (S. Jac. in Liturgia).

S. Dionísio Areopagita: "Maria é feita Mãe de Deus, para a salvação dos infelizes." (S. Dion. in revel. S. Brigit.)

Orígenes (Sec. II) escreve: "Maria é Mãe de Deus, unigênito do Rei e criador de tudo o que existe" (Orig. Hom. I, in divers.)

Santo Atanásio diz: "Maria é Mãe de Deus, completamente intacta e impoluta." (Sto. Ath. Or. in pur. B.V.).

Santo Efrém: "Maria é Mãe de Deus sem culpa" (S. Ephre. in Thren. B.V.).

S. Jerônimo: "Maria é verdadeiramente Mãe de Deus". (S. Jerôn. in Serm. Ass. B. V.).

Santo Agostinho: "Maria é Mãe de Deus, feita pela mão de Deus". (S. Agost. in orat. ad heres.).


E assim por diante.

Todos os Santos Padres rivalizaram em amor e veneração, proclamando Maria: Santa e Imaculada Mãe de Deus.

Terminemos estas citações, que podíamos prolongar por páginas afora, pela citação do argumento com que S. Cirilo refutou Nestório:

"Maria Santíssima, diz o grande polemista, é Mãe de Cristo e Mãe de Deus. A carne de Cristo não foi primeiro concebida, depois animada, e enfim assumida pelo Verbo; mas no mesmo momento foi concebida e unida à alma do Verbo. Não houve, pois, intervalo de tempo entre o instante da Conceição da carne, que permitiria chamar Maria "Mãe de um homem", e a vinda da majestade divina. No mesmo instante a carne de Cristo foi concebida e unida à alma e ao Verbo".

Vê-se, através destas citações, que nenhuma dúvida, nenhuma hesitação existe sobre este ponto no espírito dos Santos Padres. É uma verdade Evangélica, tradicional, universal, que todos aceitam e professam.

Jacareí, 01 de janeiro de 2013 
Mensagem de Nossa Senhora comunicada ao vidente Marcos Tadeu Teixeira
Festa de Santa Maria Mãe de Deus

acessem o vídeo dest a mensagem: http://gloria.tv/?media=378985

MENSAGEM DE NOSSA SENHORA 
APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA COM OS ANJOS JULIEL E NADIEL


“-Queridos filhos, neste novo ano que nasce Eu vos convido novamente a voltardes os vossos corações para Deus e a começardes um novo caminho de conversão. Começai um novo caminho de conversão refazendo verdadeiramente todos os vossos propósitos e votos de serdes santos, procurando de agora em diante aprofundar-vos mais na Oração, no conhecimento de Deus, de Sua palavra, de seu amor, procurando fugir sempre mais das coisas vãs do mundo e procurando agradar ao Senhor por uma vida bela, pura e perfumada de oração.

Tende uma verdadeira conversão procurando sempre mais conhecer a vontade do Senhor a vosso respeito pela oração profunda, pela meditação das Minhas Mensagens, da Sua palavra e também pela observação atenta dos acontecimentos que se dão todos os dias na vossa vida através dos quais Deus vos fala, então, assim, percorrendo sempre mais a estrada da busca de agradar ao Senhor com os vossos atos e a vossa santidade vós verdadeiramente crescereis este ano como flores belas e perfumadas para dar-Lhe honra, louvor e glória.

Eu amo a todos vocês Meus filhos e neste ano vou cada vez mais ajudar-vos a crescerdes em santidade. Sede flores dóceis nas Minhas Mãos que se deixam cultivar por Mim e que deixam que Eu verdadeiramente derrame sobre todos vós a suave água da graça de Deus que vos purifica, que vos dá vida e vigor para crescerdes sempre mais na perfeição dos Santos, na perfeição cristã.

O Meu Coração Imaculado vai seguir este ano todos os passos que derem no caminho da santidade e estará ao vosso lado em todos os momentos dos vossos sofrimentos, das vossas angústias e dores.

Durante este ano o Anjo Ceifador, o Anjo da Justiça de Deus passará por muitas nações da Terra e ai daquelas que estiverem em culpa diante do Senhor. O Anjo Ceifador também vai procurar todos aqueles que semearam a corrupção no meio das almas e ai das almas que no Livro da Justiça estiverem inscritas. Por isso Meus filhos, convertei-vos, cada um renuncie ao pecado do coração e que pratica com suas mãos, para que assim verdadeiramente vós sejais visitados pelo Anjo da Paz ao invés do Anjo da Justiça.

Se vós vos converterdes, se rezardes o Santo Rosário, as Orações que Eu vos dei todos os dias, se as famílias rezarem o Santo Rosário, então, o Anjo da Paz descerá e dará a Paz ao mundo.

Deixai os pecados do ano que passou para trás, começai hoje uma nova vida, o passado não importa mais, agora o quero de vós é AMOR, ORAÇÃO, SANTIDADE e VERDADEIRO DESEJO DE SERVIRDES A DEUS. Que cada um de vós siga as pegadas dos Santos, Deus os colocou como estrelas luminosas na noite escura do vosso tempo para que todos vós pudésseis enxergar o caminho que conduz a Ele aos Nossos Sacratíssimos Corações e assim mesmo em meio à escuridão pudessem seguir à estrada da salvação, da graça e da santidade.

Eu, tudo concederei àqueles que Me pedirem por intercessão dos Meus Santos e que estiverem verdadeiramente esforçando-se por seguir os seus exemplos.

A todos neste momento abençoo com amor, especialmente a ti Marcos, o mais esforçado dos Meus filhos, abençoo os Meus Escravos de Amor que Aqui Me doaram toda a sua vida ao longo de todo o ano que passou e nos anos anteriores e que são a pupila dos Meus Olhos. E abençoo a todos vós Meus filhos, que vos esforçais em seguir fielmente o exemplo dos Santos e cumprir Minhas Mensagens.

Abençoo-vos de LA SALETTE, de LOURDES e de JACAREÍ. A Paz filhos Meus, a Paz Marcos, amo-te muito.”


SANTA MARIA , MÃE DE DEUS,
ROGAI POR NÓS PECADORES
AGORA E NA HORA DE NOSSA MORTE.
AMÉM

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