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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

29 de agosto - Nossa Senhora das Lágrimas de Siracusa - Itália - 1953


AS LACRIMAÇÕES DE NOSSA SENHORA EM SIRACUSA-ITÁLIA

FILME: LÁGRIMAS DE JESUS E MARIA 2 - DOLOROSO E ÚLTIMO AVISO
Edição e narração do vidente Marcos Tadeu Teixeira
Santuário das Aparições de Jacareí-SP-Brasil
http://www.youtube.com/watch?v=0qw9UYVZ2Bg


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A Virgem das Lágrimas

Aparição de NOSSA SENHORA EM SIRACUSA

Itália - 1953.


A quem: Ao casal Ângelo Iannusco e Antonina Giusto.

Os fatos: Esta ocorrência não se trata de uma aparição visual de Nossa Senhora, mas sim de um outro tipo de manifestação não menos importante e comprovadamente autêntica.

Na residência de Ângelo Iammusco e Autorina Guisto, em Siracusa, Sicília, no dia 29 de agosto de 1953, data em que a Igreja relembra o martírio do precursor, São João Batista de um quadro de gesso do Imaculado Coração de MARIA:

começaram a brotar lágrimas; 
ininterruptamente por 75 horas.
As lágrimas foram submetidas a exames bioquímicos e comprovou-se serem de origem humana. No início era grande o número de pessoas que visitavam o quadro, inclusive, pela fé, colhendo o precioso e divino líquido que era levado para ser colocando em contato com pessoas acometidas das mais diversas moléstias; e esses alcançavam a cura.

A divulgação desses milagres fez com que, em pouco tempo, mais de dois milhões de devotos se colocassem frente ao divino quadro.

Após investigações e avaliações, os bispos da Sicília, por unanimidade concluíram que se tratava de um fenômeno sobrenatural e autorizaram no local o culto a Nossa Senhora, “A Virgem das Lágrimas”.

A rádio Vaticano, em 17 de outubro de 1954, levou ao ar as palavras emocionadas do Papa Pio XII, que dizia o seguinte:

“Compreenderão os homens e arcano linguajar daquelas lágrimas? Oh! As Lágrimas de Maria! Eram no gólgota lágrimas de dor pelo seu Jesus e de tristeza pelos pecados do mundo. Chora Ela ainda pelas renovadas Chagas produzidas no Corpo Místico de Jesus? Ou chora por tantos filhos, nos quais o erro e a culpa apagaram a vida da graça e gravemente ofendem a Majestade Divina?

A emoção dos filhos, leigos e eclesiásticos, pelas lágrimas de sua amada e amorosa Mãe Celeste, fez com que erguessem, em Siracusa, um imenso Santuário de 74 metros de altura, em forma de gota descida do Céu.

Oh! Mãe das Dores, rogai por nós!
Madonna delle Lacrime - Siracusa - 29 agosto - 1 settembre 1953 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO E CORREIA A SANTA MÔNICA

acessem: http://www.apparitionstv.com/
Santo Agostinho, Nossa Senhora da Consolação
e Santa Mônica

A antiga tradição narra que em suas aflições Santa Mônica sempre recorreu à Nossa Senhora.

Primeiro com as desolações provocadas por seu marido. Depois com a vida desregrada do filho Agostinho, de temperamento difícil, que insistia em ficar longe da religião. 

Santa Mônica desejou seguir Maria inclusive na maneira de se vestir.

Por isto, em suas orações pedia à Nossa Senhora que lhe mostrasse como era sua vestimenta, após a morte de São José e, principalmente após a Ressurreição de Jesus.


Em uma aparição especial à santa Mônica, Maria se apresentou com a roupa solicitada: coberta por uma ampla túnica de tecido rústico, de corte simples e cor muito escura. 

Uma roupa despojada e penitencial,tendo apenas na cintura uma grosseira correia ou cinta de couro que descia quase até o chão. 

Em seguida, soltou esta cinta e colocou-a em Mônica, recomendando-lhe o uso diário. 

Também lhe pediu para transmitir a todos aqueles que fizessem seu uso, teriam sua particular proteção. 

Santa Mônica teve a alegria de ver a conversão do filho, hoje um dos maiores santos da Igreja. 


Santo Agostinho foi um dos primeiros a colocar a cinta e se entregar à proteção de Nossa Senhora da Consolação, como o fez com a comunidade religiosa que logo fundou. 

Assim, a cinta se tornou o distintivo das ordens agostinianas, responsável pela difusão do culto de sua padroeira, em todo o mundo, Nossa Senhora da Consolação. 


A imagem desta devoção, geralmente, representa a Virgem Maria com uma cinta escura entre as mãos, ou a está entregando para Santa Mônica e Santo Agostinho.

Por isto, em algumas localidades é invocada sob o título de Nossa Senhora da correia ou da cinta, mas a devoção é a mesma, festejada no dia 28 de agosto, nas ordens agostinianas.


Era costume, na antiga Judéia, que as senhoras, desde jovens, andassem cingidas com uma correia, como símbolo da virtude da pureza.
A Santíssima Virgem também usou a correia durante toda sua vida, conforme tradição recolhida por São João Damasceno,sendo com a mesma enterrada. 


Para mostrar aos fiéis quanto lhe é grata a devoção à Sagrada Correia, a Mãe de Deus tem-Se manifestado de diversas maneiras e realizado inúmeros prodígios desde o início da Igreja.


Nossa Senhora apareceu-lhe vestida de preto, usando uma correia de couro, e disse-lhe:
“Filha, seja este o teu vestido”. 


Tirando da cintura a correia,
acrescentou:

“Recebe esta Correia Sagrada
por ter cingido este seio que a Deus levou, 
e doravante cinge-te com ela sem a deixares jamais. Incumbe-te de espalhar
em minha honra a devoção da Correia, 
pois Eu te prometo ter por filhos”
O Monge Eutímio, pelos anos de 1098, 
pregando sobre a sagrada Correia, dizia:
“Nós veneramos a Santa Correia 
que é a mesma que se conserva intacta há mil anos. Cremos que de fato a Rainha do Céu cingiu-se com ela; à vista de tão santa relíquia quebraram-se em pedaços os altares dos falsos deuses, 
e quantos templos dos ídolos não caíram por terra 
e quantos milagres não têm sido realizados perante o mundo inteiro!”


Santa Mônica obedeceu em tudo a Nossa Senhora. Conseguiu que a filha e suas netas também se trajassem como a Mãe de Deus orientara e, algum tempo depois, seu filhoAgostinho se converteu e aceitou, desde o Batismo, a mesma Correia. 
Foi este o início de tão consoladora quão bela devoção.

Agostinho, 
que veio atornar-se um grande Santo, Bispo da cidade deHipona e Fundador dos Agostinianos, quis que a Ordem Religiosa por ele fundada tivesse a Sagrada Correia como distintivo de seu apostolado e de sua devoção a Nossa Senhora.
Crescendo dia a dia consideravelmente o número de religiosos de Santo Agostinho, com eles espalhou-se a devoção à SagradaCorreia na África, Espanha, Itália e depois no mundo inteiro.

A canonização de São Nicolau de Tolentino, pelo Papa Eugênio IV, com pompa e solenidade nunca até então vistas na Igreja, motivada, sem dúvida pelos inúmerosmilagres operados pela sua intercessão,determinou 
a implantação da 
Confraria dos Cinturados de Santo Agostinho e Santa Mônica,
pois os fiéis, em vista de grande parte destes milagres ter sido feita por meio da Correia dos santos, solicitaram-na em grande número, e foram os primeiros a formar a Confraria. 


Pouco depois, criou-se outra confrariacom o título de Nossa SenhoradaConsolação. Ambas existiram separadas durante muitos anos. 

No ano de 1575,
o PapaGregório XIII, a pedido do Superior Geral da Ordem de Santo Agostinho, uniu as duas Confrarias com o título de
“Cinturados de Nossa Senhora da Consolação , de Santo Agostinho e Santa Mônica."




segunda-feira, 6 de agosto de 2012

6 de agosto - Transfiguração do Senhor


6 de agosto

Transfiguração do Senhor

A festa da "Transfiguração do Senhor" acontece no mundo cristão desde o século V. Ela nos convida a dirigir o olhar para o rosto do Filho de Deus, como o fizeram os apóstolos Pedro, Tiago e João, que viram a Sua transfiguração no alto do monte Tabor, localizado no coração da Galiléia. O episódio bíblico é relatado distintamente pelos evangelistas Mateus, Marcos e Lucas. 
Assim, segundo São Mateus 9,2-10, temos: "Jesus tomou consigo a Pedro, Tiago e João, e conduziu-os a sós a um alto monte. E transfigurou-se diante deles. Suas vestes tornaram-se resplandecentes e de uma brancura tal, que nenhum lavadeiro sobre a terra as poderia fazer assim tão brancas. Apareceram-lhes Elias e Moisés, e falavam com Jesus. Pedro tomou a palavra: "Mestre, é bom para nós estarmos aqui; faremos três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias". Com efeito, não sabia o que falava, porque estavam sobremaneira atemorizados. Formou-se então uma nuvem que os encobriu com a sua sombra; e da nuvem veio uma voz: "Este é o meu Filho muito amado; ouvi-O". E olhando eles logo em derredor, já não viram ninguém, senão só a Jesus com eles. Ao descerem do monte, proibiu-lhes Jesus que contassem a quem quer que fosse o que tinham visto, até que o Filho do homem houvesse ressurgido dos mortos. E guardaram esta recomendação consigo, perguntando entre si o que significaria: Ser ressuscitado dentre os mortos". 
A intenção de Jesus era a de fortalecer a fé destes três apóstolos, para que suportassem o terrível desfecho de Sua paixão, antecipando-lhes o esplendor e glória da vida eterna. Também foi Pedro, que depois, recordando com emoção o evento, nos afirmou: "Fomos testemunhas oculares da Sua majestade" (2 Pd 1, 16). 

O significado dessa festa é, e sempre será, o mesmo que Jesus pretendeu, naquele tempo, ao se transfigurar para os apóstolos no monte, ou seja, preparar os cristãos para que, em qualquer circunstância, permaneçam firmes na fé no Cristo. Melhor explicação, só através das inspiradas palavras do Papa João Paulo II, quando nesta solenidade em 2002, nos lembrou que: "O rosto de Cristo é um rosto de luz que rasga a obscuridade da morte: é anúncio e penhor da nossa glória, porque é o rosto do Crucificado Ressuscitado, o único Redentor da humanidade, que continua a resplandecer sobre nós (cf. Sl 67, 3)".
Somente em 1457, esta celebração se estendeu para toda a cristandade, por determinação do Papa Calisto III, que quis enaltecer a vitória, do ano anterior, das tropas cristãs sobre os turcos muçulmanos que ameaçavam a liberdade na Europa.

15 de agosto - Dia de Nossa Senhora do Sorriso



A devoção de Nossa Senhora do Sorriso, está muito ligada à Santa Teresinha do Menino Jesus.
O espírito de devoção filial para com Maria marcou a vida inteira dessa pequenina grande Santa. Sensibilíssima e precoce decidiu se dedicar a Deus desde a infância. E fez de sua vida consagrada uma singular projeção missionária da Virgem Santíssima. Por isso, é modelo de empenho missionário, sem nunca ter saído do Carmelo de Lisieux, França.

Os fundamentos da religião Teresinha aprendeu com seus pais, Luis Martin e Zélia Guerin. O pai era um fervoroso devoto mariano e possuía uma imagem da Santíssima Virgem no seu quarto.

Quando se casou, a imagem passou para a família. Teresinha era a caçula de nove irmãos. Sofreu um grande trauma, em 1877, quando sua mãe Zélia adoeceu e morreu em poucos meses. Então, com quatro anos de idade, ficou sob os cuidados da sua irmã Paulina.

Em outubro de 1882, Teresinha sofreu outro forte golpe, ficou sem a ‘segunda mãe’. Paulina ingressou no Carmelo de Lisieux, com a benção do pai. A tristeza de Teresinha se tornou uma doença que se agravava a cada dia. Na noite da Páscoa de 1883, as crises de tremores começaram e duraram semanas. O médico da família diagnosticou uma profunda depressão motivada por frustração afetiva. A imaturidade emocional própria dessa idade, não permitiu que ela assimilasse a perda das ‘duas mães’.
Vivendo na angustia do abandonado e sem conseguir reagir, apresentou um comportamento regressivo que a levou a ser tratada como uma recém nascida. Um caso gravíssimo e, na época, sem cura na medicina. Paulina, unida às demais carmelitas do Convento de Lisieux, intensificou as súplicas em oração a Nossa Senhora, para lhe obter a cura. Com essa intenção, seu pai Luis mandou celebrar uma novena de Missas no santuário de Nossa Senhora das Vitórias de Paris, acompanhada por todos os parentes e amigos. Enquanto ele e as outras filhas rezavam diante da imagem da Virgem colocada ao lado do leito da menina enferma.
 
Mais tarde, no livro de sua autobiografia, ‘História de uma alma’, Santa Teresinha narrou que só foi curada dessa enfermidade pela intervenção materna de Maria. Escreveu que: ‘No dia 13 de maio de 1883, festa de Pentecostes,… do leito, virei meu olhar para a imagem de Nossa Senhora e… De repente, a Santíssima Virgem pareceu-me bonita, tão bonita que nunca vira algo semelhante, seu rosto exalava uma bondade e uma ternura inefáveis, mas o que calou fundo em minha alma foi o ‘sorriso encantador da Santíssima Virgem’. Todas as minhas penas se foram naquele momento, duas grossas lágrimas jorraram das minhas pálpebras e rolaram pelo meu rosto, eram lágrimas de pura alegria… Ah! Pensei, a Santíssima Virgem sorriu para mim, estou feliz… (…) Fora por causa dela, das suas intensas orações, que eu tivera a graça do sorriso da Rainha do Céu…’ (Ma, 30v). A esta imagem ela deu o título de ‘Virgem do Sorriso’ e a invocação começou com seus familiares.

Depois, ela levou a devoção para o Carmelo de Lisieux, onde ingressou aos quinze anos de idade, por deferência especial do Papa Leão XIII. Finalmente, foi divulgada em todas as ordens carmelitas e se propagou no mundo.

A imagem de Nossa Senhora do Sorriso, de Santa Teresinha tem menos de noventa centímetros de altura, é uma reprodução da obra do artista Bouchardon. Esteve em frente da enfermaria do Carmelo de Lisieux, onde ela concluiu a sua breve existência de vinte e quatro anos, em 1897.

Hoje, a imagem é venerada na capela do mesmo Carmelo, acima da cripta de vidro que guarda as relíquias da Santa.

Nossa Senhora do Sorriso, rogai por nós.

IMAGEM DE NOSSA SENHORA DO SORRISO QUE SANTA TERESINHA FOI CURADA!



15 de agosto

Nossa Senhora do Sorriso

A devoção à Nossa Senhora do Sorriso está muito ligada à vida da célebre Santa Terezinha do Menino Jesus da Sagrada Face, declarada Doutora da Igreja, em 1994. Sem dúvida, esse culto mariano se propagou por todo mundo cristão, graças à divulgação dada pelas Ordens Carmelitas, porém, sua origem é bem mais antiga. A invocação iniciou numa das primeiras igrejas erguidas ao culto da Virgem Maria, pelos cristãos do Ocidente, no século V.


A pequena comunidade de Rocavivara, da diocese de Trivento, situada na região de Molise, na Itália meridional, nasceu no período do Império Romano-Bizantino, no século IV. Neste ambiente, surgiu no Vale de Caneto o majestoso complexo do Santuário de Santa Maria, cuja imagem é venerada pelos habitantes como a Virgem do Sorriso. A invocação começou em 1300, quando no altar principal foi colocada a imagem de Nossa Senhora, que passou a inspirar essa devoção aos fiéis. Entretanto, o culto à Santíssima Mãe de Deus começou muito antes nessa comunidade.

A religiosidade é uma característica desse povo, desde a época pagã dos antigos romanos. As ruínas da suntuosa Vila romana, descoberta pelos pesquisadores, demonstram que alí se honrava a deusa Mefitis. As inscrições encontradas revelaram que, a fé cristã foi anunciada à população por obra dos Bispos de Trivento. E que, em seguida, foi construído um Santuário dedicado ao culto da "Virgem Maria, Mãe de Deus". Portanto, como esse dogma de fé cristã foi proclamado em 431, no Concílio de Eféso, esse templo foi um dos primeiros erguidos para o culto mariano, no Ocidente.
O primeiro documento histórico sobre o Santuário de Santa Maria de Caneto, data de 703 e se encontra no "Cronicon Volturnense". Nele se lê que o duque Gisolfo doou, aos monges beneditinos de São Vicente de Volturno: "a igreja da Virgem Maria próxima ao rio Trigno, destruída pelo mesmo incêndio que arrasou a Vila romana, abandonada por todos os habitantes". Ao longo dos tempos, esses religiosos foram se alternando com os de Montecassino e ergueram a atual igreja e o convento anexo, no século XI.

A partir de 1300, o Santuário recebeu a imagem de Nossa Senhora com o Menino Jesus nos braços, que logo foi intitulada "Virgem do Sorriso". Com muito justa, pois, do semblante da imagem transparece tamanha serenidade e paz interior que se infundem nos corações de todos os fiéis. O convento existiu até 1474, quando os beneditinos deixaram a região. Porém, os devotos e romeiros continuaram freqüentando a igreja e a tradicional festa da Virgem do Sorriso sempre foi ser celebrada, em 15 de agosto. Já o culto não se propagou muito além desses limites. Talvez, porque o local tenha ficado sem os cuidados e o trabalho apostólico de uma Ordem religiosa.

Ao redor de 1930, o pároco de Rocavivara, um zeloso sacerdote, incentivou a comunidade à obra de restauração do Santuário de Nossa Senhora do Sorriso, encerrada em 1935. Desde então o complexo do Santuário passou a ser responsabilidade do reitor do Instituto Ravasco, das Irmãs Filhas dos Sagrados Corações de Jesus e Maria. Assim, essa devoção mariana recebeu um novo ânimo e o Santuário passou a ser visitado por muitos peregrinos. Especialmente em agosto, quando a celebração da Virgem do Sorriso começa no primeiro dia e se encerra com sua tradicional festa, no dia 15 desse mês. 
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